Faixa publicitária
SELO: O país uno e indivisível - Por Jorge Valente
PDF
Versão para impressão
Enviar por E-mail
Vozes - @Hora da Verdade
Escrito por Redação  em 27 Maio 2015
Share/Save/Bookmark

Os argumentos populistas, caducos e extemporâneos sobre a Unidade Nacional e indivisibilidade do país, propalados pela Frelimo e pelos seus dirigentes são uma farsa e podem constituir um crime contra a humanidade visto que desde o tempo colonial a etnia changana é dona de todas as oportunidades que se criam neste país e beneficiária de todas as facilidades que o tempo construiu e constrói. O país encontra-se dividido desde a independência, a partir do rio Save, em que o centro e o norte são regiões vassalas dos changanas.

Chegou a hora de entendermos estes factos e a religião. Tal como fez (a Frelimo) na penetração colonial portuguesa desdobra-se em evangelização para que o centro e o norte se mantenham colonizados e perdoar a quem faz mal. Isso não pega, meus irmãos, nestes dias.

A colonização que a Frelimo implantou neste país é replicada a vários níveis, desde chefes dos postos administrativos até as instituições dirigidas por ministros que a Frelimo manda colocar no poder para governar. O exemplo evidente é o colonialismo que denomino angocheano implantado no distrito de Malema, em Nampula, pelo impune Daud aMussa, de quem o povo já reclamou sem sucesso.

Até o senhor Victor Borges não consegue visitar aquele distrito por impedimento tradicional do senhor Dauda Mussa e dos seus companheiros que fazem e desfazem.

Há duas situações inadiáveis: ou concretizar, formalmente, a divisão do país a partir do rio Save ou, então, introduzir-se os estados federados. E a Frelimo deve estar ciente disso. Dos três regimes mais hediondos e repressivos que África tem ultimamente, nomeadamente a Frelimo, ZANU-PF e MPLA, a Frelimo deve ser a primeira a cair para que haja lugar a mudanças e experimentar-se outra governação, visto que a própria Frelimo não está em condições de corrigir os males que criou.

O desarmamento da Renamo vai significar o extermínio do povo moçambicano. Assim, o senhor Dhlakama e os seus generais devem estar cientes de que a esperança do povo reside em vós. Apelo a todos para que tenham em mente que há necessidade de equilibrar as oportunidades entre as etnias moçambicanas para que haja uma verdadeira Unidade Nacional.

Por Jorge Valente

Comentar


Código de segurança
Atualizar

 
Avaliação: / 1
FracoBom