A falácia desmascarada do “nosso” Mundial 2010

Escrito por Milton Machel & Rui Lamarques Quinta, 22 Julho 2010 11:55 Atenção, abrirá numa nova janela. PDFVersão para impressãoEnviar por E-mail

Chegou ao fim, há treze dias, o histórico Mundial de futebol 2010, realizado na vizinhíssima África do Sul, “mova” (automóvel) da economia do Sul de Moçambique desde os tempos do trabalho migratório até a era actual do “mukherismo” e da integração económica regional. Com o fim do Mundial, morre na praia, como um castelo de areia, a grande mentira do aproveitamento da Copa do Mundo pela Pátria Amada. Veja linhas abaixo como @Verdade desmascara a falácia do “nosso” Mundial 2010. 

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67 Minutos por um Mundo Melhor

Escrito por Adérito Caldeira Quarta, 21 Julho 2010 16:16 Atenção, abrirá numa nova janela. PDFVersão para impressãoEnviar por E-mail

Nelson Mandela celebrou no passado dia 18 de Julho 92 anos de idade. A partir de 2010 esta data passa a ser comemorada como o Dia de Mandela, por decisão da ONU.

O líder histórico sul- africano dedicou 67 anos da sua vida à luta pelos direitos humanos e por um Mundo melhor. Em sua homenagem vários cidadãos dos mais diversos quadrantes, decidiram dedicar 67 minutos do seu tempo para fazer algo que mude para melhor o nosso planeta.

O Jornal @Verdade deixa aqui 67 sugestões de acções que cada um de nós pode fazer para mudar o Mundo:

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Morreu o escritor que levou consigo todas as palavras

Escrito por João Vaz de Almada Sexta, 25 Junho 2010 13:12 Atenção, abrirá numa nova janela. PDFVersão para impressãoEnviar por E-mail

José Saramago, o único escritor de língua portuguesa a quem foi atribuído o Nobel da Literatura, morreu ao início da tarde da passada sexta-feira, dia 18, na sua casa da ilha de Lanzarote, (Canárias, Espanha) onde vivia com a mulher, Pilar del Rio, desde que, em 1993, se auto-exilara, depois de o Governo português rejeitar a candidatura da sua obra, “O Evangelho Segundo Jesus Cristo”, a um prémio literário europeu.

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Nhongonhane: As grutas da morte

Escrito por Félix Filipe e Custódio Costa* Sexta, 09 Julho 2010 09:16 Atenção, abrirá numa nova janela. PDFVersão para impressãoEnviar por E-mail

Sacos no chão, enxadas de cabo curto por todo o lado, vidas soterradas, muitas crateras no ventre da terra esventrada por homens, mulheres e crianças que lutam para sobreviver, mães jovens com filhos nas costas e um saco de areia na cabeça…Eis a fotografia de Nhongonhane, posto administrativo que pode desaparecer da geografia do distrito de Marracuene.

No último sábado, nas colinas de Nhongonhane, no distrito de Marracuene, a pouco menos de 50 quilómetros a norte da cidade de Maputo, @Verdade foi testemunha da dura realidade vivida por uma parte da população local que, dia após dia, arrisca a própria vida em busca de soluções imediatas para as necessidades do quotidiano, num trabalho clandestino e perigoso que decorre nas designadas “grutas da morte”, dados os constantes desmoronamentos de terra que geralmente ceifam vidas humanas.

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