A esperança de vida dos moçambicanos vai aumentar em 12 anos | ![]() | ![]() | ![]() |
| Vida e Lazer - Saúde e bem Estar | |||
| Escrito por Correio da Manhã | |||
| Segunda, 06 Fevereiro 2012 10:02 | |||
A esperança de vida dos moçambicanos deverá aumentar em cerca de 12 anos, passando dos actuais 52 para 64 anos até 2035, devido à ligeira melhoria da qualidade de vida da população a registar-se ao longo dos próximos 23 anos. A taxa de fecundidade da população é estimada em 5.5%, podendo atingir 6.3% “muito brevemente”, segundo António Sousa Cruz, economista do Ministério da Planificação e Desenvolvimento (MPD), apontando ainda a crescente redução dos índices de mortalidade infantil como outro dos motivos que deverão contribuir para o aumento da esperança de vida no país. A estabilidade política e macroecnómica do país, abundância de terra e clima para exploração agrícola e o elevado potencial de recursos naturiais e energéticos figuram, igualmente, no rol de condições apontandas como sendo factores que deverão influenciar o aumento da esperança de vida da população moçambicana, até 2035. Moçambique tem uma população estimada em 23 milhões de habitantes e prevé-se que até 2020, a mesma possa aumentar para cerca de 29.3 milhões de pessoas, de acordo ainda com Sousa Cruz. Entretanto, Sousa Cruz disse que as implicações daquele grau de crescimento populacional merecem preocupação do Executivo “uma vez que o aumento da população não acompanhado pelo correspondente em termos de recursos, pode exercer pressão sobre o Governo, que muitas vezes, é obrigado a desviar recursos para criação de condições básicas da vida da população em crescimento”.
|
Popular
- Governo aprova novos salários mínimos
- EDITORIAL: O (péssimo) hábito presidencial
- Benedito Guimino virtual vencedor da eleição em Inhambane; abstenção deverá ultrapassar 50%
- Carta dos Estudantes moçambicanos na Universidade internacional de África no Sudão
- Tentativa de sequestro em Maputo; Cidadão intervém com arma e salva vizinha
- Conheça o candidato do partido Frelimo à edil de Inhambane: Benedito Guimino
- Ensino de qualidade: ambição realizável ou utopia nacional?















