Há um tempo atrás comecei a namorar com um colega da catequese. Ele vinha de Niassa para estudar na cidade de Maputo e vivia no lar escolar. Quando começou a rezar conheceu um casal da igreja que posteriormente lhe convidou a viver em sua casa. E como praticamente vivia sob favores tinha sempre receio de fazer algo errado. O nosso namoro era do tipo da antiguidade, não tinhamos sítio para manter realações sexuais. As poucas vezes que tinham era quando os mais velhos donos de casa saíam. E dessas vezes que faziamos, eu nunca atingia orgasmo, mas ele se satisfazia na plenitude. Um dia casamos. Eu na esperança de que quando fossemos viver juntos ele saberia me pôr feliz. sentiamos química um pelo outro só de nos tocarmos. Após o casamento a coisa continuou, ele na cama só pensava nele mesmo. Assim que ejaculasse dormia e eu passava noites em claro. Quando tentasse conversar, sentia que ele não gosta de falar sobre sexo, é tabu para ele apesar de ser profissional de saúde. Até hoje a coisa continua, por exemplo quando volata do serviço tu queres lhe acarinhar diz simplesmente que estou a encomodar-lhe. Quando quero de vez em quando estar deitadinha no colo dele para nos acariciar ou algo parecido, diz o mesmo. Quando quero lhe tocar no corpo, nao aceita e por via disso, nem ele sabe onde tenho os dito pontos fracos.