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Xiconhoquices da semana: Atraso nas negociações para paz; Interrupção da descida das taxas de referência; Contas da Petromoc
Xiconhoca
Escrito por Redação  em 15 Fevereiro 2019
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Os nossos leitores elegeram as seguintes Xiconhoquices na semana finda:

Atraso nas negociações para paz

É bastante preocupante a negligência no processo de negociação entre o Governo da Frelimo e a Renamo para Paz almejada por milhares de moçambicanos, não obstante do memorando de entendimento assinado. Só esta semana, tomaram posse os oficiais generais da Renamo, que tinham sido indicados para exercerem, interinamente, as funções de directores dos departamentos de Operações, de Informações Militares e de Comunicações, respectivamente, no Estado-maior General das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM). A nomeação surge no âmbito dos consensos alcançados entre o Presidente da República, Filipe Nyusi, e a liderança da Renamo, “no âmbito do diálogo político para o alcance da paz efectiva, concórdia, reconciliação nacional e o fortalecimento da democracia e desencadeiam o processo de Desarmamento, Desmobilização e Reintegração dos homens da Renamo (DDR). Portanto, não se percebe por que carga de água o processo anda atrasado.

Interrupção da descida das taxas de referência

O Banco de Moçambique (BM) decidiu, mais uma vez, demonstrar a Xiconhoquice por que ainda se rege, afirmando que não existem condições para continuar a relaxar a sua Política Monetária, tudo porque fica evidente os riscos e incertezas subjacentes às projecções da inflação. Ou seja, Rogério Zandamela e os seus pares estão na expectativa do desfecho do caso Manuel Chang, da Paz, da consolidação fiscal que o Governo não está a fazer... e quiçá do Comité Central no próximo mês, a ver se a situação monetária do país muda. Ao interromper a redução das taxas de referência, Zandamela e os seus títeres, fica claro que não se tem feito nada para se inverter o rumo da economia nacional.

Contas da Petromoc

É caricato (e chega a criar revolta) a situação financeira em que se encontra as empresas públicas e/ ou estatais. Não se justifica que as empresas que têm a protecção do Governo moçambicano estejam a operar sempre em falência. É o caso da petrolífera estatal continua em situação de falência técnica pelo terceiro ano consecutivo, encerrou o exercício de 2017 com prejuízos de 4,7 biliões de meticais, mais um bilião do que no ano anterior, a dívida com bancos ascendeu a 14,5 biliões de meticais e o capital próprio degradou- -se de 485 milhões negativos para 5,2 biliões de meticais negativos. Quanta Xiconhoquice!

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