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Xiconhoquices da semana: Falta de escolas secundárias; Aumento da tarifa de comboios de passageiros (e metrobus); Acordo com credores da EMATUM
Xiconhoca
Escrito por Redação  em 10 Novembro 2018
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Os nossos leitores elegeram as seguintes Xiconhoquices na semana finda:

Falta de escolas secundárias

Sem sombras de dúvidas, somos um país anorma, ou melhor um país dirigido por indivíduos com uma incompetência impressionante. Não novidade para ninguém que a educação é um dos principais instrumentos para o desenvovimento de uma nação. Mas não é assim que pensa o Governoda Frelimo. Prova disso é o Plano Económico e Social (PES) do Presidente Filipe Nyusi para 2019, que se propõe a deixar quase 400 mil crianças, que podem passar da 6ª classe, fora do ensino secundário devido a falta de escolas em Moçambique. É deveras preocupante quando um país, ao invés de apostar na formação dos seus cidadãos, está focado em criar uma horda. Este é um cenário bastante sombrio e o Governo de Nyusi devia envergonhar-se disso.

Aumento da tarifa de comboios de passageiros (e metrobus)

As condições de vida dos moçambicanos tendem a agravar-se, com a subida sistemática de preços de bens e serviços. A título de exemplo, a empresa Caminhos de Ferro de Moçambique decidiu sofocar os moçambicanos agravando os preços das passagens dos comboios de passageiros, entre 14 e 40 por cento, a partir do próximo dia 1 de Dezembro. A desculpa usada por esta empresa, por sinal única Empresa Pública que produz lucros significativos, e funciona como saco azul do Governo e do partido Frelimo, é que as tarifas só cobrem 20 por cento dos custos. O mais caricato é que os Caminhos de Ferro de Moçambique obterem lucros de mais de 3 biliões de meticais em 2017. Sem dúvidas, a empresa decidiu, de forma inescrupulosa, roubar aos moçambicanos para continuar a financeira actividades do partido Frelimo.

Acordo com credores da EMATUM

Se havia alguma dúvida relativamente a venda do nosso país pelo Governo da Frelimo, esta semana essa dúvida foi dissipada com as notícias dando conta de o Governo de Filipe Nyusi chegou a um “acordo de princípios” com grande parte dos credores da EMATUM para reestruturar a dívida. Ao invés de responsabilizar os arquitectos e executores dos empréstimos ilegais e recuperar os biliões que não entraram no erário, Nyusi e os títeres decidiram fazer um acordo que vai custar ao povo pelo menos 2,4 biliões de dólares norte- -americanos, para pagar o empréstimo de 850 milhões de dólares contraído em 2013, violando a Lei Orçamental e a Constituição da República de Moçambique. Eis mais uma prova de que a Felimo é o principal problema para desenvolvimento deste país e o bem-estar dos moçambicanos.

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