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Xiconhocas da semana: Gestores das empresas públicas falidas; Militares do quartel de Sidlhwava; Governo do partido Frelimo
Xiconhoca
Escrito por Redação  em 11 Maio 2018
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Os nossos leitores elegeram os seguintes Xiconhocas na semana finda:

Gestores das empresas públicas falidas

Este país é, sem dúvidas, um celeiro de incompetentes, e a prova disso é o bando de inúteis que enfesta as empresas estatais. Prova disso é que esta semana a Presidente do Conselho de Administração (PCA) do Instituto de Gestão das Participações do Estado (IGEPE), Ana Coanai, veio ao público afirmar que 20 das 107 empresas Públicas e participadas pelo Estado em Moçambique estão em crise financeira. O pior de tudo é que seis dessas empresas revelam passivos correntes de mais de 77,8 biliões de meticais, onde 27,2 biliões são dívidas de curto prazo à banca nacional e o total do passivo ascende a 156,9 biliões de meticais. Bando de incompetentes!

Militares do quartel de Sidlhwava

Que os militares moçambicaos são uma corja de inúteis isso já não constitui novidade para os moçambicanos. Mas no auge da sua inutildade os militares do quartel de Sidlhwava mostraram o quão Xiconhocas são, ao tirarem a vida de um menor de idade, durante os seus supostos treinos numa zona residencial. Sem dúvidas, esse situação não só mostra a pouca vergonha que sào os nossos militares mas também o quão inúteis são para a sociedade e a nação moçambicana.

Governo do partido Frelimo

O Governo da Frelimo é semultaneamente uma cómica e uma vergonha, porque após recusar conceder tolerância à cidade da Beira, para que os cidadãos fossem despedir-se de Afonso Dhlakama, assistiu-se a uma situação de tolerância do ponto na cidade, uma vez que a população parou o comércio e outras actividades económicas para inundar o Largo dos Caminhos de Ferro de Moçambique e dizer adeus ao “líder”. Só um Xiconhoca até a médula é capaz de cometer tamanha estupidez.

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