| Editorial | | Escrito por Redação | | Sexta, 23 Fevereiro 2018 07:13 | Hoje parece que ninguém tem dúvidas que, quando os dirigentes são irresponsáveis, o povo é que paga. E paga muito caro. O exemplo disso é a triste situação que se verificou na lixeira de Hulene, arredores da cidade de Maputo, onde pelo menos 16 pessoas morreram e outras cinco ficaram feridas em consequência do desmoronamento de uma montanha de resíduos acumulados durante décadas. O lixo acumulado – já na altura de um edifício de pelo menos três andares - desabou sobre algumas casas erguidas paredes-meias da referida montanha, quando os proprietários se encontravam a dormir. Quase todos os moradores foram apanhados de surpresa. | | Continuar... | | Editorial | | Escrito por Redação | | Sexta, 09 Fevereiro 2018 11:31 | Inesperadamente ou não, a Frelimo e a Renamo decidiram a revisão pontual da Constituição da República de Moçambique, sem antes consultar os moçambicanos através de um referendo como manda a Constituição. Mas pouco importa a consulta, até porque os moçambicanos já estão habituados a esse tipo de teatro protagonizado por actores amadores de muito mau gosto de sempre. Sem sombras de dúvidas que a preparação da revisão da lei-mãe começou a ser feita em silêncio – e em segredo, deixando de lado as outras forças políticas, a sociedade civil e o povo. Tudo indica que a coligação Frenamo, sobretudo as suas duas equipas cravadas na Assembleia da República vão se movimentar, qual orquestra, para acomodar os interesses dos seus partidos políticos – na sua maioria, não explicado -, ao invés de resguardarem os legítimos interesses de um povo que é forçado a viver na pobreza e na ilusão de que os seus “doutos” representantes - os mesmos que regularmente se comportam quais símios quando esbarram em um cacho de bananas - cuidarão do seu destino. | | Continuar... | | Editorial | | Escrito por Redação | | Sexta, 26 Janeiro 2018 08:24 | A cidade de Nampula acolheu, na última quarta-feira (24), a eleição intercalar do presidente do Conselho Municipal e, como já era de se esperar, o grande vencedor do escrutínio foi a Comissão Nacional das Eleições (CNE) e o Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE). Estes dois organismos juntaram-se, mais uma vez, para manchar um processo que deveria ser livre, justo, transparente e, acima de tudo, imparcial. | | Continuar... | | | Editorial | | Escrito por Redação | | Sexta, 16 Fevereiro 2018 07:52 | Após o bárbaro assassinato de Mahumudo Amurane, a cidade de Nampula transformou-se num verdadeiro caos. Os problemas da urbe agudizaram-se de uma forma impressionante, mostrando claramente que as intervenções que foram feitas reflectiam indubitavelmente o projecto pessoal de Amurane. Com o seu assassinato, a edilidade do mais importante centro urbano do norte de Moçambique abandonou as suas responsabilidades, sobretudo no que diz respeito à remoção de resíduos sólidos, tanto na zona urbana como suburbana, e melhoramento das vias de acesso. | | Actualizado em Sexta, 16 Fevereiro 2018 08:46 | | Continuar... | | Editorial | | Escrito por Redação | | Sexta, 02 Fevereiro 2018 06:30 | Os resultados da eleição intercalar para a escolha de novo presidente do Conselho Municipal da Cidade de Nampula falam por si. Os candidatos da Frelimo e Renamo foram, efectivamente, os mais votados na eleição intercalar realizada a 24 de Janeiro último, na cidade de Nampula, mas nenhum deles amealhou votos suficientes para ser declarado eleito e substituto de Mahamudo Amurane, covardemente assassinado a 04 de Outubro de 2017, na sua residência. Os munícipes de Nampula demonstraram redondamente a sua indignação no dia da votação, não se fazendo às urnas. Ou seja, apenas 73.852 votaram (24,90%), o que significa que 222.738 (75,10%) não se fizeram ao local de votação. Esse comportamento que se pode descrever como um acto anti-político ou de falta de consciência de cidadania é, na verdade, uma forma de de participação passiva, pois é um um voto silencioso. | | Actualizado em Sábado, 03 Fevereiro 2018 09:29 | | Continuar... | | Editorial | | Escrito por Redação | | Sexta, 19 Janeiro 2018 08:23 | A seriedade de um determinado país também mede-se não só na capacidade de gestão de situações de problemas, mas sobretudo na prevenção dos mesmos. Durante muito tempo, o Governo moçambicano limitou-se a fazer a gestão de calamidades, no lugar de precaver-se dela. Como consequência disso, quase todos anos assistimos o mesmo cenário: perda de vidas humanas e destruição de habitações e infra-estruturas económicas e sociais a nível de todo país, causados pela chuvas que ciclicamente caem nos meses de Dezembro e Janeiro. | | Continuar... | |