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EDITORIAL: O (péssimo) hábito presidencial
Opinião - Editorial
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Durante muito tempo, o Presidente da República, Armando Guebuza, destacou-se por causa dos seus discursos vazios de combate à pobreza absoluta e sobre a auto-estima.

Porém, a escassos anos para o final do seu segundo mandato, o PR, como se sabe, tem vindo a ganhar notoriedade por um outro motivo: a alergia a qualquer tipo de crítica, seja da Imprensa, seja da sociedade no geral.

Diga-se em abono da verdade, tornou-se um (péssimo) hábito do Presidente lançar farpas para os críticos da sua governação. A juventude tem sido o principal alvo de Guebuza. Os mesmos jovens que, durante as campanhas eleitorais, são chamados para encher camiões e cantar “vivas”.

No mês passado, no encerramento do Comité Central da Organização da Juventude Moçambicana (OJM), Guebuza disse que os jovens precisam de deixar de ser fofoqueiros e intriguistas e entregarem-se ao trabalho.

No último domingo, depois de ter acusado os jovens de pretenderem criar amnésia nos antigos combatentes para dar a entender que não era preciso lutar pela independência para libertar o país, voltou a atacar, afirmando que as redes sociais, como o Facebook e o Twitter, têm “o potencial de se transformar em espaços geradores de representações, fábricas de sonhos inalcançáveis e de infinitas miragens e expectativas que podem levar à secundarização da cultura de trabalho, promovendo o espírito de mão estendida”.

Na verdade, o que o PR sente é uma comichão no seu sistema sensorial ao aperceber-se de que a juventude moçambicana está a ganhar consciência dos seus direitos, deixando de ser simples besta de carga, passando a questionar as políticas públicas ou as acções do Governo de turno, além de indagar o destino para qual a nação é empurrada.

Aliás, os jovens já começaram a abandonar as caravanas de discursos falaciosos e cheios de parra e uva nenhuma proferidos por quem se aproveita dessa camada da população para continuar a levar a água para o seu moinho.

Os jovens ganharam a consciência de que durante anos vinham a abdicar da sua responsabilidade e da sua iniciativa política em relação à pátria amada.

Presentemente, deixaram de acreditar em tudo o que reluz como sinal de desenvolvimento, até porque se aperceberam de que o desenvolvimento de um país não se mede pelo sucesso de meia dúzia de empresários ligados ao poder, mas pelo desenvolvimento mental e cultural da população, e pela capacidade de se organizarem para serem protagonistas da luta pelo seu bem-estar.

Além disso, o que incomoda o Presidente é o facto de os jovens terem despertado para a situação dramática em que se encontra o seu país, tendo chegado à conclusão de que os políticos que têm não são exemplos para ninguém, são um verdadeiro perigo público que medram à custa do sofrimento dos moçambicanos.

Qual um político solitário e ferido no seu orgulho, Guebuza gasta a sua munição atirando para todos os lados sem acertar em alvo nenhum.

Ao invés de ministrar “palestras de motivação”, onde pudesse dar aos jovens dicas de como se edifica um património económico em tão pouco tempo, o Presidente da República prossegue indiferente ao eleitor, ao povo, aos jovens e à opinião pública, demonstrando o desprezo absoluto por alguns princípios básicos da democracia.

Comentários   

 
+9 #1 knanga hanya 20-04-2012 09:43
Sr. Presidente da República de Moçambique
Quando se dirigi aos jovens moçambicanos deve ter cautela, pois apesar de este ser seu último mandato os teus comparsas vão precisar desses jovens que os denomina de fofoqueiros e de sofrerem de amnésia, nas próximas eleições são eles que virão em socorro da Frelimo e o Sr. Guebas, sabe bem disso.

Aliás se fazer-se uma avaliação psíquica entre os jovem moçambicanos e vocês velhos de Nachingueia (berço da Frelimo), para aferir que sofre de amnésia acredite que o Sr. Guebas corres riscos de não voltar para ponta vermelha por imperativos médicos.
Nos não vamos esquecer o tempo que estamos a passar, apesar de o Sr. Guebas ter-se esquecido já de que a Frelimo sempre fez, sempre faz e ainda quer continuar a fazer porcarias a seu bell prazer e resguardar-se no facto de ter heroicamente lutado pela libertação da nacao moçambicana.

Alou, estão ai?
Então os que não sofrem de amnésia lembram-se que muitos moçambicanos foram apelidados de Xiconhoca quando pareciam ter mais dos que os outros, quando se tornavam empreendedores fora do esquema do partido, quando queria expressar o seu conceito de capitalismo, quando queria ser independentes dos sistema da Frelimo, os louvores da Frelimo para essas pessoas era Chamboko publico ou eram enviados para cidade virtual de Unango em Niassa, para os mais azarados era o fuzilamento como foi o caso de Gulamo Nabi e outros anónimos silenciados pela Frelimo.

Os jovens sabem que o senhor Guebas, sofre de amnésia pois bastou ser presidente para inventar novos verbos:

Dexa-andar, geração de viragem, cultura de trabalho, mãos estendida, a pobreza esta na cabeça, getrofa versos biodiesel, etc.

O Sr. Guebas esqueceu-se que ele e a turma dele raptaram vários jovens moçambicanos e forçaram-nos a filiarem-se ao exercito da FRELIMO (Guia do povo moçambicano???? ?????????????), interrompendo estudos, trabalho e seu sã desenvolvimento psíquico e social no contexto familiar e comunitário e depois atirou os para rua da amargura sem ter o mínimo de consideração por eles.

Hoje estes jovens sofrem de amnésia???
Hoje estes jovens estão de mao estendida???
Hoje estes Jovens são fofoqueiros????
Hoje estes jovens não tem cultura de trabalho????

Alou ta ai você?

Não brinque com coisas serias porque existem adjectivos tipo (ladrão, corrupto, espoliador de bens públicos, monopolista…..e tc), nos os jovens sabemos a quem devemos adjectivar não nos forcem a isso deixemos a baixeza com os baixinhos

Mais nao disse

A LUTA CONTINUA - INDEPENDENCIA OU MORTE VENCEREMOS NOS OS JOVENS DE MOCAMBIQUE
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+5 #2 knanga hanya 20-04-2012 09:47










'Senhor Guebusiness' de Moçambique

LUIS NHACHOTE - 6 de Janeiro de 2012 10:58

Os tentáculos do Império de negócios enorme da família do Presidente moçambicano Armando Emílio Guebuza fazem Zuma Incorporated olhar como uma operação de spaza-loja.

Guebuza tem amplos interesses moçambicanos em banca, telecomunicaçõe s, pescas, transportes, mineração e sectores de propriedade, entre outros. Os críticos queixam-se que, como Presidente, ele faz decisões críticas sobre questões económicas que têm uma incidência directa sobre as suas actividades de negócio.

Já um empresário rico, quando se tornou Presidente em 2005, Guebuza constantemente se expandiu seus interesses, desenho em mais e mais membros da sua família. Seus filhos Valentina, Armando, Ndambi, Norah e Mussumbuluko, sobrinhos, Miguel e Daud, cunhado e Ministro de defesa antigo Tobias Dai, do Dai primo José Eduardo Dai e cunhada Maria da Luz Guebuza agora partilham os despojos.

Conhecido em Moçambique como "Senhor Guebusiness", ele também entrou em parcerias lucrativas com Indian, chinês, holandês e empresas registrados em Bermudas. Sua mais importante conexão sul-africana é um interesse na Trans Africano concessões, a empresa que opera a rota de portagem N4 crucial entre Pretoria e Maputo.

Guebuza é membro do Conselho de Cornelder, a empresa que gere os portos da Beira e Quelimane. Ele também é um accionista na filial de Moçambique Sul Africano celular Vodacom da empresa através de Intelec Holdings, um grupo alastrando que administra os investimentos do Presidente.

Com interesses em transmissão de electricidade e equipamentos, telecomunicaçõe s, gás, consultoria, cimento, turismo, construção, Tata veículos e pesca, Intelec detém 5% da Vodacom Moçambique, a empresa privada cellphone que compete com o operador de Estado, Cornelder de Moçambique.

Intelec, presidido pelo antigo chefe do corpo de empregador de Moçambique, Confederação das Associações Económicas, também tem uma participação de Moçambique Capitais, que lançou recentemente o banco Moza Banco em parceria com a Macau Geocapital da magnata Stanley Ho.

O grupo começou uma empresa de consultoria chamada Intelec Business Advisory e consultoria, em que um moçambicano residente da cidade do cabo, Tania Romana Matsinhe, tem uma participação de 35% e serve como chefe do executivo. Entre seus outras accionistas é filho do Guebuza, Armando, com uma participação de 12,5%. Matsinhe serviu como conselheiro económico para o ministro moçambicano da planificação e desenvolvimento e também tem assento no Conselho de administração da companhia aérea 1Time.

Um dos negócios front-men do Guebuza, Intelec diretor Salimo Abdula de Amad, tem links para operações de mineração de giz em Moçambique e pegou uma participação de 15% em Moçambique de cimento de elefante em Maio no ano passado. Isso faz de um parceiro do fabricante indiano cimento Shree cimento, que detém o restante das acções em cimento de elefante.

O membro da família com a mais ampla gama de interesses comerciais é filha caçula de Guebuza, Valentina de 31 anos, que já tem várias directorias sob sua alçada e uma lista crescente de empresas ligadas a seu nome.

Em 2001, Valentina tornou-se accionista companhia da família, foco 21 gestão e desenvolvimento limitado, com seus irmãos Armando e Mussumbuluko. Em 2007 ela tomou um passo gigante quando ela se tornou um accionista da Beira grão Terminal, que opera o Grão em massa terminal do Porto moçambicano.

Valentina tem uma participação de 2,5% no consórcio, os três principais accionistas que são registrados de Bermuda empresa Seaboard Moz Ltd (32,5%), porta estatal e ferroviária empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (15%) e Cornelder de Moçambique (15%). Ela também é acreditada para ser um accionista da Cornelder.

A rede de membros da família que domina o Império de Guebuza também inclui José Eduardo Dai, que tem uma parceria Valentina em uma gama de empresas. Em 2008, a dupla juntou forças com Carlos Salvador, um empresário moçambicano com interesses na África do Sul, no lançamento de computação e telecomunicaçõe s empresa Orbttelcom.

No mesmo ano José Eduardo Dai, Valentina e Mussumbuluko criaram empresa de mineração Dai Servicon Limited. Em 2009 eles caracterizados como directores da empresa recém-formada importação-expo rtação Moçambique investimento e desenvolvimento Limited, novamente depois que suas regras foram estruturadas para acomodar os dois membros da família do Presidente.

Valentina também é co-proprietário de Imogrupo, que tem interesses no setor imobiliário, engenharia, construção, hotelaria e turismo. Ela tem interesse do Maputo Tunduro jardins botânicos, que estão sendo reabilitados com fundos municipais.

Valentina é directora executivo da TV Chinês-possuído empresa StarTimes, que tem uma empresa comum com a propriedade de Guebuza foco 21 para digitalizar o serviço público de radiodifusão. Não houve nenhum concurso público para o contrato.

O filho mais velho do Guebuza, Armando, é formado em arquitectura pela Universidade sul africana. Seu nome aparece entre os directores de sete empresas registadas em Moçambique. Com parceiros do Sul africanos e angolanos, ele registou uma empresa ano passado chamado bilhões de grupo de Moçambique, que tem interesses na mineração, energia, construção e obras públicas. Parece ser parte do Império de Bongani investimento explorações - uma rede de empresa cristã que tenha relações estreitas com o presidente sul-africano Jacob Zuma. Seu executivo-chefe , Alph Lukau, é o pastor que oficializou no casamento pródigo de filha de Zuma Duduzane ano passado.

Outro filho do Guebuza, Mussumbuluko, com os irmãos Armando e Valentina, é o representante de Maputo de Christian Bonja, uma sociedade libanesa detida por Michal Mansou, que é bem conhecida no Oriente Médio e Europa para joalharia libanês feitos à mão e relógios suíços.

Ligados às quatro empresas pelo registo das sociedades, Mussumbuluko é membro do Conselho de Intelec.

Filha mais velha de Guebuza, Norah, também entrou em campo depois que seu pai novamente alterado as regras da empresa em 2005 para permitir-lhe tornar-se um foco 21 diretor. Ela juntou forças com os parceiros do Zimbábue e Moçambique para lançar o firme MBT Construçoes Lda, especializada em construção e obras públicas, no início do ano passado.

Sobrinho do Guebuza, Miguel, lançou a sua carreira de negócios em 1993 através de uma parceria Guebuza em uma empresa de mobiliário e importação-expo rtação, Venturin. Miguel é um diretor na construção consultoria empresa Englob-Consulto res Lda, em que um dos seus parceiros é Tendai Mavhunga, genro do Guebuza.

Miguel foi recentemente nomeado para o Conselho das indústrias de energia de Moçambique recém-formado, uma preocupação baseada na África do Sul que planeja fabricar e comercializar transformadores eléctricos. Seus accionistas incluem sul-africanos Wilhelm François Jacobs e Christoffel Cornelius Koch. Ele também é um accionista da Vodacom Moçambique.

Em 2005 ele parceria Dimitrios Perrevos, que tem interesses de negócios na África do Sul, no lançamento de uma empresa elétrica chamada Luminoc. Perrevos, que parece ser angolano, era um accionista do interesse de mineração de diamante angolano malfadado perseguido pelo final Kebble de Brett.

O outro sobrinho Guebuza, Daud, tem interesses na propriedade, construção, hotel, areia pesada e sectores de petróleo, entre outros. Em 2000, com Guebuza, ele lançou a empresa de courier New Express.

Daud é um parceiro com outro Sul-Africano, Oded Besserglik, em uma empresa de eliminação de resíduos, Wasteman Moçambique. Besserglik, um israelense que se mudaram para África do Sul durante o apartheid, mais recentemente teve várias conexões comerciais com Rei Zulu Goodwill Zwelethini e membros da sua família.

Pegar o ônibus cedo
Os perigos inerentes aos Presidente Armando Emílio Guebuza segurando as rédeas do governo enquanto preside um Império de negócios privados de alívio duro foram lançados por um contrato de transporte público do governo moçambicano.

Em Julho do ano passado o jornal semanal Canal de Moçambique informou que o governo moçambicano tinha comprado 150 gasolina barramentos através de uma empresa de investimento do Estado, o transporte e o fundo de desenvolvimento das comunicações, para a utilização do município de Maputo. O problema é que os ônibus foram fabricados pelo grupo indiano Tata e fornecidos pela sua filial local, Tata Moçambique, na qual Guebuza tem uma participação de 25%.

De acordo com o diretor executivo do fundo Luis Mula, a transação foi pena milhões de R161.4.

Canal de Moçambique informou que o contrato não sair para concurso internacional, que é uma exigência do direito dos contratos de Moçambique.

29 De setembro a 4 de outubro de 2010 Guebuza viajou para a Índia em uma visita de Estado. Sua delegação incluiu Ministros de Moçambique dos negócios estrangeiros, interiores, recursos minerais e transportes e comunicações.

Em 2003, visitou a Índia como Ministro dos transportes e comunicações

Mozambique's 'Mr Guebusiness'
LUIS NHACHOTE - Jan 06 2012 10:58
The tentacles of Mozambican President Armando Emilio Guebuza's huge family business empire make Zuma Incorporated look like a spaza-shop operation.

Guebuza has wide-ranging Mozambican interests in the banking, telecommunicati ons, fisheries, transport, mining and property sectors, among others. Critics complain that, as president, he makes critical decisions about economic matters that have a direct bearing on his business activities.

Already a wealthy businessperson when he became president in 2005, Guebuza has steadily expanded his interests, drawing in more and more members of his family. His children Valentina, Armando, Ndambi, Norah and Mussumbuluko, nephews Miguel and Daude, brother-in-law and former defence minister Tobias Dai, Dai's cousin José Eduardo Dai and sister-in-law Maria da Luz Guebuza now share in the spoils.

Known in Mozambique as "Mr Guebusiness", he has also entered into lucrative partnerships with Indian, Chinese, Dutch and Bermuda-registe red companies. His most important South African connection is an interest in Trans African Concessions, the company that operates the crucial N4 toll route between Pretoria and Maputo.

Guebuza is on the board of Cornelder, the company that manages the Beira and Quelimane ports. He is also a shareholder in South African cellphone company Vodacom's Mozambique subsidiary through Intelec Holdings, a sprawling group that administers the president's investments.

With interests in electricity transmission and equipment, telecommunicati ons, gas, consulting, cement, tourism, construction, Tata vehicles and fishing, Intelec holds 5% of Vodacom Moçambique, the private cellphone company that competes with the state operator, Cornelder de Moçambique.

Intelec, chaired by the former head of Mozambique's employer body, Confederação das Associações Económicas, also has a stake in Moçambique Capitais, which recently launched the bank Moza Banco in partnership with Macau magnate Stanley Ho's Geocapital.

The group has started a consulting company called Intelec Business Advisory and Consulting, in which a Mozambican resident of Cape Town, Tania Romana Matsinhe, has a 35% stake and serves as chief executive. Among its other shareholders is Guebuza's son, Armando, with a 12.5% stake. Matsinhe served as economic adviser to the Mozambique minister of planning and development and also sits on the board of 1Time airline.

One of Guebuza's business front-men, Intelec director Salimo Amad Abdula, has links to chalk-mining operations in Mozambique and picked up a 15% stake in Elephant Cement Moçambique in May last year. This makes him a partner of Indian cement manufacturer Shree Cement, which holds the rest of the shares in Elephant Cement.

The family member with the widest range of business interests is Guebuza's youngest daughter, 31-year-old Valentina, who already has several directorships under her belt and a growing list of companies linked to her name.

In 2001 Valentina became a shareholder in the family's holding company, Focus 21 Management and Development Limited, with her brothers Armando and Mussumbuluko. In 2007 she took a giant step when she became a shareholder in Beira Grain Terminal, which operates the bulk grain terminal in the Mozambican port.

Valentina has a 2.5% stake in the consortium, the three main shareholders of which are Bermuda-registe red company Seaboard Moz Ltd (32.5%), state-owned port and railway company Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (15%) and Cornelder de Moçambique (15%). She is also believed to be a shareholder in Cornelder.

The network of family members that dominates the Guebuza empire also includes José Eduardo Dai, who has partnered Valentina in a range of enterprises. In 2008 the pair joined forces with Carlos Salvador, a Mozambican businessperson with interests in South Africa, in launching computing and telecommunicati ons firm Orbttelcom.

In the same year José Eduardo Dai, Valentina and Mussumbuluko created mining company Dai Servicon Limited. In 2009 they featured as directors in the newly formed import-export company Mozambique Investment and Development Limited, again after its rules were structured to accommodate the two members of the president's family.

Valentina is also joint owner of Imogrupo, which has interests in real estate, engineering, construction, hospitality and tourism. She has an interest in Maputo's Tunduro Botanical Gardens, which are being rehabilitated with municipal funds.

Valentina is chief executive of Chinese-owned TV company StarTimes, which has a joint undertaking with the Guebuza-owned Focus 21 to digitise public broadcasting. There was no public tender for the contract.

Guebuza's oldest son, Armando, has a degree in architecture from a South African university. His name appears among the directors of seven registered companies in Mozambique. With South African and Angolan partners, he registered a company last year called Billion Group Moçambique, which has interests in mining, energy, construction and public works. It appears to be part of the Bongani Investment Holdings empire -- a Christian business network that has close links with South African President Jacob Zuma. Its chief executive, Alph Lukau, is the pastor who officiated at the lavish wedding of Zuma's daughter Duduzane last year.

Guebuza's other son, Mussumbuluko, with siblings Armando and Valentina, is the Maputo representative of Christian Bonja, a Lebanese company owned by Michal Mansou, who is well known in the Middle East and Europe for handmade Lebanese jewellery and Swiss watches.

Linked to four undertakings by the companies register, Mussumbuluko is on the board of Intelec.

Guebuza's oldest daughter, Norah, has also entered the field after her father again amended company rules in 2005 to allow her to become a Focus 21 director. She joined forces with Zimbabwean and Mozambican partners to launch the firm MBT Construçoes Lda, specialising in construction and public works, at the beginning of last year.

Guebuza's nephew, Miguel, launched his business career in 1993 by partnering Guebuza in a furniture and import-export company, Venturin. Miguel is a director in the construction consulting company Englob-Consulto res Lda, in which one of his partners is Tendai Mavhunga, Guebuza's son-in-law.

Miguel was recently appointed to the board of newly formed Mozambique Power Industries, a South African-based concern that plans to manufacture and market electrical transformers. Its shareholders include South Africans Wilhelm François Jacobs and Christoffel Cornelius Koch. He is also a shareholder in Vodacom Moçambique.

In 2005 he partnered Dimitrios Perrevos, who has business interests in South Africa, in launching an electrical undertaking called Luminoc. Perrevos, who appears to be Angolan, was a shareholder in the ill-fated Angolan diamond-mining interests pursued by the late Brett Kebble.

The other Guebuza nephew, Daude, has interests in the property, construction, hotel, heavy sand and oil sectors, among others. In 2000, with Guebuza, he launched courier company New Express.

Daude is a partner with another South African, Oded Besserglik, in a waste-disposal company, Wasteman Mozambique. Besserglik, an Israeli who moved to South Africa during the apartheid era, has more recently had several business connections with Zulu King Goodwill Zwelethini and members of his family.

Catching the early bus
The dangers inherent in President Armando Emilio Guebuza holding the reins of government while presiding over a private business empire were thrown into harsh relief by a public-transpor t contract of the Mozambican government.

In July last year the weekly newspaper Canal de Moçambique reported that the Mozambican government had bought 150 gas-powered buses through a state investment corporation, the Transport and Communications Development Fund, for the use of the Maputo municipality. The trouble is that the buses were manufactured by the Indian group Tata and supplied by its local subsidiary, Tata Mozambique, in which Guebuza has a 25% stake.

According to fund executive director Luis Mula, the transaction was worth R161.4-million.

Canal de Moçambique reported that the contract did not go out to international tender, which is a requirement of Mozambique's procurement law.

From September 29 to October 4 2010 Guebuza travelled to India on a state visit. His delegation included Mozambique's ministers of foreign affairs, interior, mineral resources and transport and communications.

In 2003 he visited India as minister of transport and communications.
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+2 #3 Jovem atento 20-04-2012 10:31
Excelente artigo. Gosto muito dos editoriais desse jornal. Como jovem, tenho que concordar com tudo que o autor expôs aqui.
De facto, hoje não há jovem nesse pais, de consciência limpa que concorda com a governação da Frelimo e Guebuza. Acho que só nos falta um pouco de coragem (medo do sistema) para realizarmos manifestações (revoluções) a moda da primavera Árabe.
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+3 #4 Trabalhador, não ladrão 23-04-2012 09:04
Armando, Armando. Sempre a tentar mandar poeira para os olhos do povo. Deves andar borrado com as redes sociais, deves ter pesadelos de te acontecer uma à Ghadaffi. Então toca de tentar minimizar a utilidade dessas ferramentas. Mas os jovens têem sempre aquela veia de rebeldia, além de que não gostam de receber ordens de velhotes que se escondem atrás do passado para impingirem a sua doutrina. Os velhos combatentes já tiveram mais que a sua parte, parem de roubar e violar este país. E se fossem patriotas sérios, teriam ficado satisfeitos com a libertação do seu povo. Mas nada, como viveram no mato, acharam que tinham direito a roubar tudo e todos. Lutaram por Moçambique ou pelos vossos bolsos?? Essa retórica de velhos combatentes está tão velha como voçês. Dêem lugar aqueles que de facto querem practicar democracia. Enquanto esperamos que a justiça prevaleça e os verdadeiros ladrões vão parar à cadeia, desejo muitos pesadelos ao Armando.
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0 #5 diascoutinho 15-06-2012 00:39
E bastante impressionante os funcionarios deste jornal, assim como os seus comentaristas, e este exemplo de pessoas que o pais precisa, embora os homens da Frelimo nao gostem disto.
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0 #6 diascoutinho 15-06-2012 00:47
Argumentando sobre os discuros de Guebussiness man na sua presidencia aberta e inclusiva no passado dia 13, me fazem embrar com grande tristeza as palavras deste lider que ate sinto vergonha em me lembrar das suas palavras, fiquei triste e deprimido por saber de que o proprio presidente ignora a situacao actual que se vive no pais, ssim como do mesmo jeito o povo que ainda esta dormitando aplaude e grita de jubilo com estes discursos falsos e banais. Quando e que acordaremos, aonde e que o Titio Guebuza nos leva, ja nao sabemos o que e viver feliz no nosso proprio pais. A ganancia mata.
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-1 #7 Miguel tomas 03-07-2012 09:01
Calem-se! e Esperem a vossa vez! Eu sou filho de combatentes de libertacao nacional, e penso que os combatentes ainda prestam mais que alguns jovens deste pais.
Que juventude temos hoje para nos guiar?
Embora jovem eu nao aceito ser dirigido por um jovem.
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