EDITORIAL: Quelimane, zona libertada da Frelimo

PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Opinião - Editoral
Escrito por Jornal @Verdade   
Quinta, 08 Dezembro 2011 16:01

1. Não foi Lourenço Abubacar que perdeu. Foi todo o partido Frelimo, a sua poderosíssima máquina logística e os rostos mais salientes da sua estrutura dirigente que quase fixaram residência em Quelimane.

2. Não foi apenas uma vitória de Manuel de Araújo ou do povo de Quelimane. Toda a juventude nacional esclarecida e que não se revê na Frelimo, a classe intelectual apartidária e as massas das zonas urbanas pobres de todo o país apoiavam moralmente a sua candidatura e ansiavam com fé a sua vitória.

Com efeito, a eleição de Manuel de Araújo constituía um imperativo nacional para contrabalançar a prepotência, a insensibilidade e indiferença de um sistema que tende, nos últimos tempos, a olhar mais para o seu umbigo e a distanciar-se cada vez mais do povo.

3. A vitória de Manuel de Araújo nestas Eleições Intercalares estimula a emergência de mais jovens “aventureiros” que possam contrapor a imponência plástica de uma juventude subserviente ao sistema, alheias às aspirações do grosso da camada juvenil geral e repugnantemente virada para a prossecução de interesses egocentristas e clubistas.

4. Nunca se viu o povo de verdade, maioritariamente composto por jovens entre os 18 e os 30 anos, a celebrar efusivamente a vitória de um candidato da Oposição que, até há um par de meses atrás, era um indivíduo praticamente “desconhecido” na cidade de Quelimane.

5. O povo de Quelimane votou contra a mentira que já perdurava há mais de 12 anos. Aquele povo mostrou unidade e não se deixou impressionar pela “brigada de elite” vinda especialmente de Maputo para ajudar a perpetuar a marginalização eternizada dos bairros periféricos e a deterioração infraestrutural crescente da cidade de cimento.

Manteve-se vigilante e esteve nas ruas até ao último momento para assegurar que o sistema não lhes roubasse as únicas armas que lhes restavam: o voto e a dignidade.

6. Mensagem para os governantes: o povo mudou. É hoje composto maioritariamente por uma juventude que está cada vez mais esclarecida da sua condição marginalizada (muitos não têm como prosseguir os seus estudos ou a possibilidade de arranjar um emprego formal, vivem em bairros degradados e mal se alimentam), não têm nenhuma relação umbilical ou ideológica à Frelimo e têm estado a aprender pela televisão, nestes últimos tempos, como é que se faz uma revolução.

Dito de outra forma, Quelimane foi um golpe certeiro nos testículos da arrogância de um sistema excludente, distanciado do povo e que gravita em torno de si mesmo. Abriu-se uma luz no fundo do túnel da esperança, e a libertação presente dos libertadores do passado pode ser um facto à médio prazo, se a lição de Quelimane for devidamente aprendida e apreendida por outras regiões geográfi cas deste país.

Comentários (14)
  • Dosk  - Quelimane, zona libertada da Frelimo
    Chegou a Vez de libertar o país do "Rovuma ao Maputo" e do "Zumbo ao Índico" do jugo e da colonização da FRELIMO. A lição está dada e acredita-se que faltava simplesmente um empurão. Daqui para frente é só avançar.Parabéns munícipes de Quelimane. Está feito e bem feito!
  • Barão  - Quelimane, zona libertada da Frelimo
    Os municipes de Quelimane não podiam ter nos dado outra prenda para este natal que se aproxima. A mega frelimo despachou toda sua maquina para lá, apenas o seu presidente, Guebuza nao se fez. era prenuncio de que algo estava mal naquela cidade. Cuamba e pemba com muita tristeza continuam escravizados. a "maquina de roubar" votos comeca a ter avarrias grossas. nas proximas gerais iremos mudar isto.
  • Marvim mandlate  - o povo ja acordou
    chegou a hora da revolucao, primeiro foi sofala agora zambezia,o povo mocambicano finalmente esta a acordor dos sonhos de promesas e prosperidade que a frelimo sempre prometeu e poucas vezes cumpriu, espero que o povo de quelimane ajude o seu presidente a governar porque ele sim gosta da sua cidade e do seu povo.muita forca de araujo que o povo esta contigo
  • David Gabriel Nhassengo  - Viva democracia
    Gramei do editorial, do titulo e do conteudo. Yah, rendo-me.Acerca da questao em apreco penso que a Democracia mocambicana eh que estah de parabens e anossa classe politica nacional na posicao precisa reflectir acerca desta pesada derrota do glorioso pois (penso que) eh um grande alerta que o povo estah a lancar para a necessidade de responder com celeridade os anseios deste povo.Tenho dito e parabens ao povo maQuelimane
  • khadafi  - Revolucao continua
    A revolucao agora e invereter as eleicoes gerais, respeitando se mais as legislativas. o povo deve acordar, ver o valor das eleicoes parlamentares. no ano que estas serem equilibradas Mocambique saira da pobreza,porque agora nada anda com o sistema do regime maioritario. Ja nao poupo regimes, mesmo libia que era um regime responsavel, que pelomenos respeitava bem estar dos libios, caiu em tragedia,e estes que nao conhece seu povo o que merece?
  • Eusébio  - Apelo de um derrotado
    Meu amado Araújo Sei que estás no auge da tua batalha para ler a minha pobre opinião e pode ser que a tua felicidade tenha atingido o cume neste momento mais brilhante do teu percurso político, uma verdadeira «idade do ouro» pontuada por nomes como Daviz Simango que lançou bases da tua vitória. Alguns dos que zelam pelo meu percurso académico recomendaram-me que não me aproximasse dos meios de comunicação para te bendizer, por medo de traição. Ignorando os avisos sobre a possibilidade de ser malvado pelos amigos da batalha, longe de cair na desonra de ignorar os méritos alheios, eis-me aqui para te felicitar pela tão merecida vitória. Permita-me, no entanto, esclarecer que não estou empossado de nenhuma missão diabólica nem de qualquer tipo de cargo, e que falo apenas em meu nome. Posso, portanto, com a experiencia de uma vida pouco vivida, permitir ao meu espírito debruçar-se sobre os problemas que me afligem, na esperança de que o que até aqui Quelimane conseguiu com tanto sacrifício e sofrimento será preservado para a glória e segurança futuras da moçambicanidade. Estás no pináculo do poder provincial. Não imagino que o tenhas conquistado pelo mérito pessoal mas sobretudo pelos erros do adversário, tanto remotos como recentes sob o olhar impávido dos meios de comunicação, dos investidores e da população que hoje democraticamente manifestou o seu desapontamento. Como moçambicano, sempre me confiei aos corações leais do julgamento do povo, mas também a boa vontade da Frelimo. Ninguém valoriza mais do que a FRELIMO o imperativo de Unidade Nacional, assim como valoriza a capacidade dos muito dignos cavalheiros que acabaram de se filiar à oposição. Mas homens diferentes vêem frequentemente o mesmo assunto de formas diferentes e, por isso, espero que não seja considerado uma falta de respeito a esses cavalheiros que eu, tendo opiniões totalmente opostas às deles, exponha os meus sentimentos livremente e sem reservas. Ao estar aqui, nesta hora de agonia, arrepio-me de pensar no que está a acontecer neste momento com milhares de almas que tal como eu, se sentem vencidas e, no que vai acontecer quando a ilusão da esperança se abater sobre Quelimane. Não é altura para cerimónias porque a tua vitória é de enorme importância e significado para o país, para a Zambézia e para a nossa futura actuação. Pela minha parte, considero-a nada menos do que uma questão de maturidade política dos zambezianos que optaram por se entregarem às ilusões da esperança. Se me abstivesse de revelar as minhas opiniões neste momento de dor pela tua vitória, por receio de ofender ou estragar a tua festa, considerar-me-ia culpado de deslealdade para com a soberania intelectual, que reverencio acima de todos os tronos terrestres. Não quero ter tendência de fechar os olhos face a verdades dolorosas e de dar ouvidos ao canto da sereia porque é o papel dos sensatos lutar pela verdade. Vi, por meio de jornais electrónicos, comentários agressivos e espantosos contra a FRELIMO e a Polícia. Suponho que todos nós conhecemos a aterradora perturbação em que mergulha família comum quando o flagelo da miséria se abate sobre quem ganha o pão e os que lhe dão o emprego. O terrível espectáculo da ruina da nossa polícia não reside na FRELIMO, como o testificam os factos, pois ela tem parte de glória perdida. Em contrapartida, quando os desígnios de homens perversos ou o ímpeto agressivo da miséria eliminam a confiança entre o povo e os serviços de segurança, o polícia comum vê-se confrontado com dificuldades de actuação às quais não consegue dar resposta, pelo que age obedecendo. A tarefa e o dever supremos da nossa polícia continuam sendo proteger o cidadão comum e público dos horrores da desgovernação. Não se pode salvaguardar a tranquilidade pública quando os ânimos estão exaltados, pelo que dou nota 10 às nossas forças, agora caluniadas. Apenas uma candeia ilumina os meus passos: a candeia da experiencia porque não conheço outra forma de julgar o futuro a não ser pela experiência. E a julgar pelo passado, imagino que seja fácil para a população pensar que os problemas já terminaram porque pelo infortúnio ou pela calúnia, a FRELIMO foi o agente causador de todos os males até aqui sentidos. O Camarada Edson Macuaca, ao reconhecer a derrota fechou com uma simples frase carregada de sentido, forma e conteúdo à qual subscrevo: «Parabéns aos eleitos pela confiança que mereceram dos Munícipes. […] Termina um ciclo e inicia um novo. A luta continua». Lembra-te meu caro que, mesmo a FRELIMO tudo fez para que o povo decidisse o seu futuro, mesmo que a previsão não fosse esta, por isso reconheceu a gestão danosa a que a população de Quelimane estava sujeita. A Frelimo reconheceu que onde não reina justiça, reinam as paixões dos magistrados, pelo menos em intensão. Ela respeita o povo e aguenta pacientemente até que a experiência seja, não sei como, legítimo defensor da sua autoridade. Perguntem os munícipes de Marromeu, Monapo, Nacala, Angoche, etc. com quem se trabalhou arduamente para o bem social. Este é apenas um, dos momentos em que o tambor e a maçaroca têm de garantir o trabalho frutífero, que é uma realidade e não um simulacro; uma força de acção e não simples conversa fiada. Se fracassares não será culpa dela. A minha dúvida reside no facto de teres prometido tanto sem contar com o tempo. Custa-me perceber se o teu manifesto é de cinco ou sete anos ou se é materializável. A culpa não é tua, mais uma vez, a nós pertence porque tendo um programa votado pelo povo não o concretizamos. Contudo, corres risco de tirar o povo das grilhetas mantendo-o no seu destino. Termina um ciclo e inicia um novo em que tens que procurar parcerias porque tanto a FRELIMO como a RENAMO ai estão na Assembleia Municipal para te fiscalizar. Toma cuidado porque podes virar em obstáculo à prosperidade pública, quando o verdadeiro templo do desenvolvimento, cujas paredes são decoradas com os brasões do trabalho do heróico povo zambeziando, se remediar. Por aquilo que vi, a massa de vícios que a torrente da mudança trouxe misturou indiscriminadamente com as virtudes cívicas e finda a tempestade, todo o rapaz de Quelimane espera pela bonança. Com ruido e confusão proclamaste-te o vencedor antes dos órgãos competentes o que é mau presságio. Saibas que todos os amigos da liberdade são eternamente colocados entre o dever e a calúnia e aqueles que não podem ser chamados de pacientes são acusados de ambição. Eu não te conheço em pessoa, mas mercê dos benefícios da civilização estou habilitado para te reconhecer como aquele que abriu o segredo da década para a oposição. Há um facto muito importante, característico desta nossa década, um facto que nenhum partido moçambicano se atreve a negar. Por um lado, o retrocesso político da Renamo e com ele o aumento de abstenções, sintoma de decadência que ultrapassa, em muito, os horrores registados na penúltima década do século passado e, por outro lado, a ascensão do teu partido e aparente angústia da FRELIMO. Vimos a maquinaria, dotada do maravilhosos poder de mobilização a cair. Ao mesmo ritmo que o teu partido se consolida, os simpatizantes parecem tornar-se escravos da sua própria infância, neste momento de crise internacionalmente reconhecida e que já deitou abaixo líderes de países com P grande. Pela minha parte não me deixo iludir pela aparência do arguto espirito que continua a assinalar as contradições do nosso tempo. Finalmente meu caro, tremo com medo de parecer manchado aos olhos da posterioridade pela impura vizinhança dos homens que se insinuaram nas fileiras do MDM, como sinceros defensores do progresso, quando a única coisa que lhes interessa é, por assim dizer, dividirem o que sobra de Quelimane para engrandecimento do partido como um saque em vez de a tornarem livre e próspera. Sinto me grato por a fúria que os anima contra a Frelimo ter traçado a linha delimitadora entre a nossa partida e o formidável regresso.
  • Luis Job Mutombene  - Nova Geração de Lideres
    Prezado Editor do jarnal, é com muito agrado que consumo as suas palvras sabiamente ditas. O que aconteceu em quilimane não é uma exlusividade daquela zona ou una excepção, é uma realidade que tende a acontecer por todos os cantos do país. Quando ele s nos apelidaram da GERAÇÃO DA VIRAGEM, nao se aperceberam que na verdade existe um novo grupo de lideres muitos deles jovens provinientes do movimento do Associativismo Juvenil que constituem novos lideres e com uma visão diferente dos conservadores que acham que se manter no poder é o golpe suficiente para manobrar a juventude e manipular a democracia, estes se enganaram. Hoje 20 anos depois das primeira eleições, os jovens questionam o sentido do seu voto e se interrogam com a degradação do tecido social e da exclusão política. Hoje os questionam o FUTURO MELHOR prometido em 1994 pela Frelimo nas primeiras eleições. Questionamos o sistema Capitalista em que vivemos hoje e a nova burguesia negra. Questionamos a excassez de oportunidades que temos para ter uma habitação condigna e um emprego digno. Questionamos sobre a pilhagem dos nossos recursos pelos brancos, chineses e indianos em conivência com os membros seniores do partido Frelimo. Refletimos sobre as nossas vidas e vemos que cada dia que passa estamos a ficar mais pobres e sem um horizonte nem esperança. A titulo de Exemplo pergunatmos ao Guebuza. Quem são esses jovens capzes de pagar 7875 MT mês para adquirir uma Casa? Claro os vossos filhos os tais ditos empresarios de hoje. Não estamos segos e estamos muito atentos sobre o decorrer das coisas e prontos também para dar resposta ao que vemos. Questionamos ainda a partidarização do estado, a corrupção excessiva, o desvios dos fundos do estado para sustentar a frelimo. Tudo isso acontece diante dos olhos dos segos e do grito dos mudos, que clama por uma justiça social e pela igualidade de oportunidades para todos os Moçambicanos. Advertimos ainda que os jovens não serão controlados através do CNJ, pois lá é um clube de amigos sem poder popular que existem para lamber as botas dos dirigentes sem questionar ao poder sobre as reais soluções para os problemas da Juventude. Advirto a Frelimo que acorde e que trabalhe para compreender as anseidades do seu povo e trabalhar para garantir a satisfação das preocupações colocadas pelos jovens ao poder instituido pelo voto popular.
  • amade camal  - o fim de um imperio
    Naturalmente felicitar os vencedores Manuael Araujo/MDM que tiveram o merito de fazer a leitura inteligente, em apontar a sua artilharia para Quelimane,desejo-vos progressos e sucessos. Afinal e disso que se trata, encontrar Mocambicanos com legitimidade e competencia para gerir a " coisa " publica. Os partidos sao uma forma colegial de aglutinar idealistas que subscrevem a forma e a regra de se atingir os melhores objetivos para o povo, materializando-a atraves dos seus estatutos. Razao pela qual a Frelimo tem o condao de reunir todo tipo de gente incluindo ladroes e incompetentes. Nao existe nenhuma familia, comunidade, sociedade que so possui virtuosos. Grave e quando os "violadores" na direcao do partido e instituicoes publicas crescem em proporcoes alarmantes. Esta classe dos pseudo-militantes da Frelimo, sofre de "formigueiro" como sabemos tira-nos sensibilidade, fazendo que nao percebamos os bliscoes dos eleitores, as pedradas dos manifestantes,a frustacao dos jornalistas, intelectuais, bem como o empobrecimento da maioria e relacao aos recursos disponiveis. Lamentavelmente o meu partido Frelimo esta irreconhecivel,sem liberdade de expressao, sem espaco para critica e auto-critica, sem uma lideranca, afastando-se cada vez mais do eleitorado. Esta vitoria do Araujo/MDM e a derrota da classe dirigente actual da Frelimo, que tem aqui a resposta da arrogancia com que tem dirigido os destinos da Frelimo.E tambem a vitoria de muitos militantes fundadores, libertadores, militantes de base, e simplesmente simpatizantes que nao se reveem na atual direcao. Espero que os Frelimistas deixem-se de hipocrisias, e levantem a voz que se faz ouvir em pequenos grupos, cafes e jantares, artigos dissimulados,debates disfarcados, e DIGAM BASTA, FRELIMO NAO TEM DONO ! Samora Machel disse " so a frelimo pode destruir a frelimo " Felicitar os vencedores e desejar muitos sucessos aos eleitores e municipes de Quelimane, acho que fizeram historia. A luta continua e a vitoria sera certa,
  • Custódio  - Abutres
    Este editorial revela várias coisas, mas o mais importante é o facto de mostrar que ainda há órgãos de informação preocupados com o bem-estar social e com o futuro dos moçambicanos. É preciso muita coragem para escrever verdades lancinantes, perfurantes e profundas como estas.
  • jose velho martins  - viva a Liberdade!!
    que esta mudança traga também a verdadeira mudança para o povo e para a cidade abandonada e desprezada!! para todos os que residem e para aqueles que já não residem, mas contituam amando essa bela cidade renasce a esperança em que algo seja feito por uma cidade que neste momento nos envergonha pela sua situação de abandono e destruição do seu património!!esperemos que o novo governante possa e queira fazer algo em prol da cidade e do Povo!!pena que o Presidente Guebuza que conheci e que no relacionamento que com ele tive,sempre considerei uma pessoa honesta,não se desloque ás localidades pelo País e visse o abandono que os governantes nomeados pela Frelimo fazem do património e das pessoas e apenas enchem a barriga deles e dos familiares e amigos!cresci ai nessa linda cidade e me considero moçambicano e espero voltar a poder admirar essa bela cidade e também outras da Zambézia!!
  • Isaías Hômo  - The end of the beginning
    Quelimane, deu um passo muito importante de libertação, de queremos ser donos de nós mesmos, queremos governar os nossos destinos, por mais que erremos mas foi a pensar em nós e por nós, de liberdade de escolha, de sim queremos experimentar e sentir os nossos próprios sonhos. Quelimane! obrigado pelo exemplo que nos deixas, mas a luta apenas começou. como se disse na queda de Kadhafi: is the end of the beginning (é o fim do princípio). Força Quelimane
  • Eduardo Munequele  - O inicio de nova vida
    Obrigado MDM. Tenho certeza que as proximas cidades serão: Nampula e Maputo esta ultima cidade vamos esmagar mas bem, desde que não nos impedem de nos escrever,O labioso do Macucua ainda não deu seu comentario de patetice, por que sabe que ja não servem seus comentarios. Mas por enquanto nao estamos preocupados com Maputo, por que ca nao tem nada de produção ou mesmo o sul é mais pobre do pais. Quelimane força. Vejam o significado dos perdedores Fonte de Rendimento Entre Leigos e Indiginas de Moçambique
  • nelson olimpio chilengue  - CHANGE WE NEED
    E hora d fazerms a nossa revolucao, mas difernt d outros k fazem nas ruas usando armas, nos fazems na urnas e usando voto. Xta n altura de libertar o nosso prospero Moz. Nem o partidarizado OJM ira travar a revolucao. O pais e o povo esta oprimo por um pequeno grupo k diz ser libertador, mas eles xtao s manisfestado cmo novo colono. O neocolonialismo nao xta sendo feito por estrageiros so mas pelos nacionais tambe. Primeiro e necessario libertar todas as capitais, mesmo k seja dificil agora deve ser atacado Cidade d Maputo e Matola, vams expulsar o novo colono.... Change we need
  • samora  - acabar com a pretização
    já dizia o pai da nação moçambicana "não queremos substituir a dominação do Europeu pelo Africano pela dominação do moçambicano sobre o moçambicano, mas sim criar uma sociedade soberana com oportunidades para todos..." mas parece os falsos seguidores não fizeram.
Comentar
Os seus detalhes:
Comentário:
Security
Por favor introduza o código anti correio não solicitado da imagem.
 
Avaliação: / 4
FracoBom