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Paz em Moçambique reforça meta de “silenciar as armas no continente até 2020”
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Destaques - Democracia
Escrito por Adérito Caldeira  em 07 Agosto 2019 (Actualizado em 15 Agosto 2019)
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O presidente da Comissão da União Africana (UA), Mussa Faki Mahamat, afirmou nesta terça-feira (06) em Maputo que a assinatura do Acordo de Paz e Reconciliação por Filipe Nyusi e Osssufo Momade reforça “o nosso projecto de silenciar as armas no continente até 2020”.

Intervindo na praça da paz Mussa Faki Mahamat declarou que “a amnistia concedida aos antigos guerrilheiros da Renamo e sua Desmobilização e Reintegração na sociedade é um marco vital para o fim de um dos mais antigos conflitos africanos”.

O presidente da Comissão da UA assinalou a resiliência do povo moçambicano, que além da guerra está a refazer a sua vida após os ciclones Idai e Kenneth, e recordou “a comunidade internacional e ao sector privado para tirarem partido desta atmosfera de paz e reconciliação e investirem nos esforços de reconstrução” das áreas devastadas.

“Saúdo as medidas de segurança tomadas pelo Governo para combater o terrorismo e o crime transnacional, Moçambique não está sozinho na luta contra estes males, a Comissão da União Africana está pronta para apoiar os esforços nacionais e regionais” afirmou Mussa Faki Mahamat .

O presidente da Comissão da União Africana saudou “a assinatura deste Acordo de Paz que juntamente com o acordo político que vai ser rubricado no Sudão reforçam o nosso projecto de silenciar as armas no continente até 2020”.

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