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Procuradoria manda prender funcionários e estudantes da UP em Quelimane
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Destaques - Newsflash
Escrito por Redação  em 24 Maio 2018 (Actualizado em 25 Maio 2018)
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Dois funcionários e igual número de estudantes da Universidade Pedagógica (UP), delegação de Quelimane, na província da Zambézia, foram recolhidos aos calabouços, na terça-feira (22), por ordens da Procuradoria Provincial da Zambézia, por alegado envolvimento no desvio de mais de um milhão e trezentos meticais.

Implicados no processo-crime no. 252, no qual foram constituído sete arguidos, dos quais cinco funcionários da UP e os dois estudantes em alusão, os visados são acusados de falsificação de talões de depósitos daquela instituição pública de ensino superior.

Domingos Julai, porta-voz da Procuradoria Provincial da Zambézia, afirmou que os quatro cidadãos foram detidos por autoria material e cumplicidade nos crimes de que são acusados.

Decorrem diligências no sentido de apurar o grau de envolvimento dos restantes empregados daquele entidade de ensino.

O @Verdade teve acesso às identidades dos visados mas omite-os por observância do princípio de presunção de inocência. Sabe ainda que alguns estão ligados ao corpo administrativo e usavam dessa prerrogativa para tirar benefícios indevidos.

Uma fonte da UP disse-nos que os estudantes implicados no caso estavam em dívida com a instituição, pois não pagavam propinas e o dinheiro que devia ser canalizado à instituição era canalizado para as contas dos funcionários.

O roubo aconteceu entre 2015 e 2017. Os funcionários da UP falsificavam talões bancários para fazer com que a direcção da instituição pensasse que os devedores tinham quitados as suas dívidas.

Domingos Julai precisou que os indiciados lesaram a UP em pelo menos 1.000.377 meticais. O valor foi desviado de forma contínua, tendo, por isso, havido um concurso de infracções tais como falsificação de documentos, peculato, corrupção passiva para acto ilícito, burla por defraudação e uso de cargo para benefício próprio.

O porta-voz apelou aos servidores públicos para que se abstenham de se envolver em actos que resvalam para ilicitudes.

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