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Pai detido por tentativa de venda da filha em Tete
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Destaques - Newsflash
Escrito por Redação  em 12 Outubro 2017
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Um cidadão identificado pelo nome de Estefânio Máquina está a contas com a Polícia da República de Moçambique (PRM), em Tete, desde segunda-feira (09), acusado de tentativa de venda da própria filha, de 13 anos de idade.

As autoridades policiais creditam trata-se de um alegado tráficode seres humanos. A miúda seria vendida a um preço de pouco mais de 2.360.000 meticais a indivíduos não identificados.

Para o efeito, o indiciado contactou o presidente da Associação de Ervanários de Moçambique, de nome José Carlos, para supostamente ajudá-lo a encontrar um cliente. Quando Estefânio Máquina se dirigiu à de José Carlos, estava na companhia de dois filhos dos seus cinco filhos.

Para convencê-los a saírem de casa até ao suposto local onde a rapariga seria vendida, o visado alegou que os miúdos iam à estrada ao encontro da mãe, que estava a regressar de Chiúta. Lurdes Ferreira, porta-voz da Polícia em Tete, disse que existem fortes indícios de que Estefânio Máquina é o mentor da tentativa de venda da própria filha, que frequenta o ensino primário naquele ponto do país.

Em sua posse foi achada uma faca escondida num saco, o que dá azo para que se pense que Estefânio queria assassinar a filha. Ele é incriminado de tráfico de tráfico de seres humanos.

Para lograr os seus intentos, o acusado mandou a esposa para o distrito de Chiúta, terra natal da mesma, ficando ele com a miúda que seria objecto de comércio e um outro de nove anos de idade. Com o dinheiro, ele pretendia “comprar um talhão”, erguer uma casa e adquirir electrodomésticos, contou José.

À corporação, ajuntou que Estefânio, detido na terceira esquadra da PRM, na cidade de Tete, disse que queria vender o filho para sair da miséria, por isso, “precisava de um comprador. Achei muito estranho este tipo de negócio” de venda de um ser humano. “Pedi para que ele fosse esperar num local, onde poderíamos fazer o negócio e ele concordou, mas fui comunicar à Polícia”.

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