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Posto fronteiriço de Pafúri reabriu ao público
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Destaques - Newsflash
Escrito por Rádio Moçambique  em 12 Setembro 2013
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O posto fronteiriço de Pafúri, distrito de Chicualacuala, na província de Gaza, foi reaberto, Terça-feira última, ao público depois de sensivelmente oito meses de inactividade forçada pelas cheias que assolaram aquela região do Sul de Moçambique, em Janeiro e Fevereiro últimos.

Rafael Mbendane, substituto do Chefe daquele posto, é citado pela Rádio Moçambique (RM) a afirmar que com a reactivação da circulação normal de pessoas e bens naquele ponto de travessia para a Africa do Sul e vice-versa será também retomada a colecta de receitas para os cofres do Estado.

A abertura ao público do posto fronteiriço esteve condicionada ao término das obras de reabilitação das infra-estruturas destruídas pela fúria das águas do lado sul-africano, uma vez que as obras do lado moçambicano foram concluídas há já algum tempo.

Durante o período em que o posto permaneceu encerrado, as populações de Gauteng, na Africa do Sul, e as de Pafúri eram obrigadas a recorrer ao posto de Giriyondo para atravessarem a fronteira.

‘O encerramento deste posto durante um longo período já estava a inquietar as populações dos dois lados que se viam obrigadas a percorrer longas distâncias para poderem entrar na Africa do Sul ou em Moçambique’, disse Mbendane. Em linha recta, Giriyondo dista a mais de 200 quilómetros do posto de Pafúri.

Ludovina Uache de Manuel, delegada provincial da Autoridade Tributaria (AT) na província de Gaza, falando a AIM a margem da recente visita do Presidente Armando Guebuza a província de Gaza, explicou as obras da parte moçambicana, consistiram na reabilitação geral dos edifícios e reequipamento, uma vez que tudo quanto existia foi destruído pelas cheias.

O posto fronteiriço é frequentado por turistas que visitam o Parque Transfronteiriço do Limpopo, do lado moçambicano, e Kruger, do lado sul-africano, para além de mineiros e agentes económicos.

O posto atinge o pico durante a páscoa e quadra festiva, chegando a registar 150 transeuntes, contra uma média de 20 em outros períodos do ano. Do rol das dificuldades, destaque vai para a falta de água potável, cujo abastecimento é garantido pela Africa do Sul, e energia eléctrica.

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