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104 expulsos por corrupção mas Chang, Rosário... e Guebuza continuam como funcionários do Estado
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Destaques - Nacional
Escrito por Redação  em 09 Dezembro 2019
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Foto do Gabinete do PMDurante a celebração do Dia Internacional de Combate à Corrupção o primeiro-ministro revelou que que “nos últimos dois anos foram instruídos cerca de 2.000 processos disciplinares contra funcionários e agentes do Estado, dos quais, 205 culminaram em demissões e 104 em expulsões, dentre outras sanções disciplinares”. Enquanto a PGR prossegue o seu teatro dentro e fora do país nenhuma acção foi ainda tomada contra os funcionário que possibilitaram o maior caso de corrupção da história de Moçambique: Manuel Chang, António Carlos do Rosário, Gregório Leão ou mesmo Armando Guebuza.

Discursando nesta segunda-feira (09) na Cidade de Quelimane Carlos Agostinho do Rosário começou por afirmar que: “A corrupção compromete a prestação de serviços públicos, retarda o crescimento da economia e o desenvolvimento do país, assim como limita as possibilidades de cada um de nós sonhar com uma vida melhor”.

“A actuação das unidades de controlo interno e de inspecção sem aviso prévio tem estado a contribuir de forma positiva na prevenção e combate a corrupção. A título de exemplo, nos últimos dois anos foram instruídos cerca de 2.000 processos disciplinares contra funcionários e agentes do Estado, dos quais, 205 culminaram em demissões e 104 em expulsões, dentre outras sanções disciplinares”, revelou o primeiro-ministro.

Embora tenha reiterado que o “Governo prioriza a erradicação da corrupção, através de acções que visam promover a cultura de integridade na Administração Pública e a responsabilização daqueles que pratiquem este mal” a verdade é que os funcionários públicos que rubricaram os documentos que possibilitaram as dívidas ilegais, e até mesmo depois do Conselho Constitucional confirmar que actuaram à margem da Constituição República, continuam a receber os seus salários como funcionários do Estado.

Aliás o antigo Chefe de Estado continua a gozar das regalias que fez aprovar para o cargo que ocupou durante dois mandatos.

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