Mais uma vez aconteceu o que já se esperava afundou o batelão da ponte cais na Catembe | ![]() | ![]() | ![]() |
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| Escrito por Franco José/ jornal A Ponte | |||
| Terça, 15 Novembro 2011 12:12 | |||
O ferry-boat, que fazia a travessia nessa altura, fez meia e carregado de passageiros regressou a Maputo, pouco antes incidente bizarro acontecer. Bizarro justamente pelo ridículo da incúria de quem por dever devia evitar que tal situação acontecesse. Neste momento, a travessia de passageiros Catembe/Maputo e vice-versa está a ser garantida através das pequenas embarcações Nyeleti, Mapapai e o próprio ferry-boat que usam um local improvisado para atracagem, conhecido por Emodraga, local que não sendo apropriado coloca os passageiros sob o risco de acidentes. Refira-se que quando a maré baixa a travessia fica interrompida pois o local de atracagem, improvisado, fica inacessível.
O drama O afundamento do batelão tem criado imensas dificuldades aos residentes deste distrito Municipal. Na manhã desta segunda-feira os alunos que precisavam de vir a cidade realizar exames 10ª Classe, que decorrem em todo o país, chegaram atrasados ás escolas. Outros estudantes, que iriam fazer os exames na escola da Catembe, também ficaram impossibilitados de os realizarem. Outros milhares de residentes da Catembe tiveram que usar vias alterantiva para chegarem a casa.
Devido agitação que se viveu, Francisco Luís Matsinhe, Administrador do Distrito Municipal, que manteve do lado da Catembe a controlar a situação, apelou à calma e adiantou, cautelosamente, que a duração dos trabalhos de recuperação do pontão seria o mínimo possível e que a empresa “Transmarítima está a envidar esforços neste sentido”. Refira-se que para quem tenha uma veículo automóvel existe um caminho alternativo usando a via de Boane, num percurso de maisde 100 quilómetros. Com este triste e desolador cenário alguns oportunistas já estão a aumentar os preços de alguns produtos na parcas lojas existentes na Catembe. O afundamento do batelão na Catembe não é algo novo e aconteceu em igual período do ano passado. Os residentes espantam-se com o facto de os batelões afundarem sempre nas vésperas da quadra festiva do 25 de Dezembro e da passagem do ano!
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Foi às 19h30 do último domingo (13) que os residentes do distrito Municipal Katembe, na capital moçambicana, viram o batelão da atracagem das embarcações do lado da Catembe a ser engolido pelas águas do oceano Índico.












