Vettel espera decepcionar o chefe comercial da F1 e repetir o domínio do ano passado | ![]() | ![]() | ![]() |
| Vida e Lazer - Motores | |||
| Escrito por Redacção & Agências | |||
| Terça, 07 Fevereiro 2012 11:18 | |||
Sebastian Vettel disse que pretendia decepcionar o chefe comercial da Fórmula 1, Bernie Ecclestone, esta Segunda-feira, quando a Red Bull ofereceu uma pequena amostra do carro com o qual espera conquistar o seu terceiro título consecutivo. Ecclestone, que é muito próximo do alemão, mas sempre quer uma batalha acirrada para maximizar a audiência de televisão, afirmou recentemente esperar que o piloto de 24 anos não domine a temporada como fez em 2011. "Espero que ele esteja errado, obviamente", disse Vettel, que levou o seu segundo título com quatro corridas para o fim da temporada e fechou o ano com 11 vitórias em 19 provas, numa nota divulgada pela equipe antes dos testes, que começam, Terça-feira. O alemão prevê uma disputa maior e mais forte desta vez, mas estava confiante antes mesmo de o carro completar uma volta. "No início do ano passado, realmente não esperava o que aconteceu, então acho que é a mesma coisa novamente. Seria errado entrar nesta temporada e esperar que 2011 aconteça de novo." "Então, eu acho que vai ser muito, muito apertado, este ano, e tudo será uma surpresa", acrescentou. O carro mostrado num breve clipe no site da equipe (www.redbullracing.com) teve o bico escalonado, o que foi adoptado até agora por todas as equipes, excepto a McLaren, em resposta às novas regulamentações aerodinâmicas. "Mantivemos mais ou menos a mesma forma de chassi, mas tivemos de colocar o bico à frente da antepara dianteira, o que, como aconteceu com muitas outras equipes, levou-nos a ... um nariz um pouco feio", disse o projetista Adrian Newey. "Nós tentamos estilizar o melhor que pudemos, mas não é um recurso que você escolheria para colocar se não fosse o regulamento." Newey, que projectou carros vencedores por três equipes distintas, disse que o chassis do ano passado foi projectado em torno duma posição de escape que não é mais permitida. "Se isso vai nos afetar mais do que às outras pessoas é difícil saber, é claro", disse ele. "Pode ser que vamos perder mais do que as outras pessoas por isso. Só o tempo vai dizer, será bom fazer alguns testes e ver onde chegamos."
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