Greve no aeroporto de Frankfurt estende-se para Quarta-feira | ![]() | ![]() | ![]() |
| Destaques - Internacional | |||
| Escrito por Redacção & Agências | |||
| Terça, 21 Fevereiro 2012 12:55 | |||
Os passageiros europeus vão enfrentar mais adiamentos e atrasos nos voos, esta semana, com a greve dos funcionários de solo do aeroporto de Frankfurt, que planeiam estender a paralisação até a manhã da Quarta-feira, sem sinal de que algum dos lados da disputa irá ceder. A greve dos funcionários de solo no terceiro aeroporto mais movimentado da Europa em termos de passageiros, que já cancelou centenas de voos, semana passada, chegou ao terceiro dia, esta Segunda-feira, e deve continuar até a madrugada da Quarta-feira. Um porta-voz do sindicato GdF disse que era bastante provável que os trabalhadores continuassem a greve, Quarta-feira. A greve começou, semana passada, depois de o GdF e a Fraport, operadora do aeroporto, não terem conseguido chegar a um acordo sobre os salários de cerca de 200 funcionários que conduzem os aviões para os seus locais de estacionamento nas chegadas e saídas do terminal de Frankfurt. A Fraport informou que 231 voos, de um total de 1.250, programados para esta Segunda-feira, serão cancelados, com um número semelhante a ser cancelado também, Terça-feira. A Lufthansa, que é responsável por mais da metade dos voos no aeroporto alemão, informou que prevê o adiamento de cerca de 200 chegadas e partidas na Alemanha e na Europa, esta Segunda-feira, enquanto todos os voos intercontinentais deveriam ser operados. A situação não será tão má, Terça-feira, com a previsão de apenas 160 voos cancelados, segundo a companhia aérea. Mais oito voos, Quarta-feira, foram cancelados, de acordo com o site na Internet da Lufthansa. A Air Berlin, segunda maior companhia aérea da Alemanha, mostrou um total de oito voos cancelados entre Berlim e Frankfurt, Segunda-feira e terça-feira. Os funcionários de solo, que representam cerca de 1 por cento dos trabalhadores da Fraport neste aeroporto, exigem reajuste salarial. Eles alegam que o trabalho ficou mais complexo depois de a quarta pista ter começado a operar em Outubro do ano passado. A Fraport informou que a demanda por aumentos de 50 a 70 por cento nos salários era irracional e pediu que o sindicato retomasse as negociações. No entanto, nenhum dos lados mostrou sinais de recuo. O sindicato diz que poderá manter a greve por semanas, enquanto a Fraport declarou que poderá continuar a realizar o remanejamento do pessoal para as operações.
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