@Verdade online @Verdade Online - Jornal que está a mudar Moçambique http://www.verdade.co.mz/component/content/frontpage Fri, 22 Sep 2017 08:10:22 +0000 Joomla! 1.5 - Open Source Content Management pt-pt @Verdade Editorial: Por que espremer o pacato cidadão? http://www.verdade.co.mz/opiniao/editorial/63507-verdade-editorial-por-que-espremer-o-pacato-cidadao http://www.verdade.co.mz/opiniao/editorial/63507-verdade-editorial-por-que-espremer-o-pacato-cidadao O Governo incompetente e insensível da Frelimo, por alguma razão, decidiu ir ao bolso do pobrezinho cidadão moçambicano para satisfazer os seus luxuosos caprichos e continuar a aumentar os seus privilégios insaciáveis. Ou seja, reunidos na última sessão do Conselho de Ministros, realizada na terça- -feira, 19, o bando de insensíveis decidiu alterar o Código do Imposto sobre Consumo Específicos. Dentre as alterações mais destacáveis consta o aumento da taxa de importação de viaturas com mais de sete anos e tributar viaturas com cilindrada inferior a mil centímetros cúbicos. Esta corja de saqueador decidiu ainda passar a tributar ou agravar as taxas cobradas na importação de cimento, carapau, algumas bebida alcoólicas e refrigerantes.

Com esta inconsequente e improdutiva medida, o Governo da Frelimo empurrou os moçambicanos para sarjeta, uma vez que os cidadãos dependem desses bens importados para ter alguma dignidade numa situação que é impossível viver. Embora o Governo diga que a decisão visa desencorajar a importação de carros usados e ao mesmo tempo aumentar a base tributar e aumentar a produção nacional, isso não passa de uma manobra de continua a subjugar os moçambicanos.

Com tantas situações para o Governo eliminar isenções, decidiu fazê-lo em relação ao carapau que garante o sustento de milhares de famílias em todo o território nacional. Em contrapartida, o Governo de Nyusi continua a manter os benefícios fiscais para os mega projectos da Sasol Petroleum Temane, Mozal, Minas de Revuboè, Areias Pesadas de Moma, Jindal Africa, ICVL Benga, Vale Moçambique e Eta Star que durante o ano passado não pagaram nenhum metical de Imposto sobre a sua Produção (Royalty) e nem sequer o Imposto Sobre o Valor Acrescentado (IVA).

Num artigo jornalístico publicado pelo @Verdade mostra que, em conjunto, os oito mega projectos, que operam nas áreas mineira, hidrocarbonetos e metalurgia, tiveram no ano passado proveitos de 1,9 bilião de dólares norte-americanos contudo pagaram ao erário moçambicano somente 92,9 milhões de dólares, correspondente a 4% das receitas do Estado. Por exemplo, há mais de 20 anos a Mozal continua beneficiar de grandes incentivos fiscais Imposto sobre Rendimento das Pessoas Colectivas (IRPC), em IVA e também Royalties.

Por quê o Governo não vais buscar esse dinheiro a esses mega projectos, no lugar de espremer o povo que, todos os dias, dá o seu sangue para subsidiar as mordomias dos dirigentes?

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averdademz@gmail.com (Redação) frontpage Fri, 22 Sep 2017 04:49:03 +0000
Alguns apartamentos comprados pelo FDA num projecto imobiliário tinham sido escondidos para beneficiar dirigentes http://www.verdade.co.mz/destaques/democracia/63506-alguns-apartamentos-comprados-pelo-fda-num-projecto-imobiliario-tinham-sido-escondidos-para-beneficiar-dirigentes- http://www.verdade.co.mz/destaques/democracia/63506-alguns-apartamentos-comprados-pelo-fda-num-projecto-imobiliario-tinham-sido-escondidos-para-beneficiar-dirigentes- A administração do Fundo de Desenvolvimento Agrário (FDA) comprou nove apartamentos com fundos do Estado, no condomínio Joss Village, na capital moçambicana, mas apenas três imóveis tinham sido declarados e desconhecia-se a situação dos restantes, o que levanta suspeitas de que pessoas bem identificadas estariam interessadas em abocanhá-los para o seu próprio benefício. Depois de um trabalho aturado do Gabinete Central de Combate à Corrupção (GCCC) e do Ministério Público (MP), o Tribunal Judicial da Cidade de Maputo (TJCM), que julga o caso do megaroubo de 170 milhões de meticais, com recurso a projectos falsos de criação de gado, agrícola e afins, lançou a mão ao assunto e procura descobrir o que se passou, efectivamente, e quem foram os mentores do pretenso cambalacho.

Neide Xerinda, funcionária do Estado há 26 anos, é directora executiva no FDA. À data dos factos acima expostos, ela era directora adjunta da mesma instituição.

Aquando da sua audição em sede do tribunal, a senhora reconheceu que cometeu muitas infracções mas por desconhecimento de que estava a incorrer em ilegalidades. E passou, supostamente, a fazer diferente quando caiu em si, na altura em que foi intimada pelo GCCC devido à sua implicação do desfalque em alusão.

Neide admitiu ainda que, na qualidade dirigente do FDA, foi-lhe alocada um apartamento no Joss Village, mas optou por arrendar e o dinheiro ia para o seu bolso.

Abdul Mussuale, de 53 anos de idade, economista agrário, afecto ao FDA, disse ao tribunal – a dado momento de forma hesitante – que tinha conhecimento de que esta instituição adquiriu três apartamentos no condomínio Joss Village, dos quais “dois estavam acessíveis e o outro não”. Segundo ele, dessas três residências, uma estava alocada uma cidadã, a outra a um indivíduo de nacionalidade europeia, que alegou ter comprado. O negócio foi feito com a ré Neide Xerinda.

Aquando da descoberta do rombo financeiro no FDA, o Gabinete Central de Combate à Corrupção (GCCC) solicitou um esclarecimento em torno da compra de seis casas no mesmo condomínio e não três.

Abdul Mussuale alegou que a diferença de números lhe deixou estupefacto e quando ele e a sua equipa se deslocaram ao terreno para se inteirarem do assunto confirmaram-se as informações avançadas pelo GCCC.

Mais tarde, um outro colaborador do FDA, identificado pelo nome de César Trigo, afecto ao departamento de património, revelou que existiam outros três apartamentos que eram desconhecidos por alguns colegas, totalizando nove imóveis. Os números das casas em alusão são: 112, 113, 114, 311, 312, 313, 331, 332 e 333. Todas as noves casas já foram pagas, sendo seis através de financiamento. Destas, só três estão registadas em nome daquela entidade do Estado, duas estão em processo para o efeito e a situação das restantes é desconhecida, disse o declarante.

Os três novos edifícios ainda estão em construção e com o prazo de entrega (Outubro de 2016) expirado. Prevê-se que sejam entregues ao FDA em 2018. Abdul Mussuale afirmou ainda ter conhecimento de que aquela instituição do Estado possui uma residência na Matola, a qual está a ser reabilitada para servir de casa oficial do presidente do FDA.

A outra versão destoante

Danilo Jossubo, de 44 anos de idade, é sócio do projecto condomínio Joss Village. De acordo com ele, numa primeira fase, o FDA comprou seis apartamentos e o intermediário foi Setina Titosse, ex-PCA daquela instituição do Estado.

Aquando da aquisição das outras três unidades residenciais, a arguida Setina Titosse já não era dirigente. O negócio foi tratado por carta e segui avante, porque “o Fundo tinha um plano de investimento na área imobiliária para aumentar as suas receitas”, contou Danilo ao tribunal.

No dia em que a antiga dirigente do FDA prestou o seu testemunho em torno deste assunto, referiu-se a seis apartamentos e não nove. Ela narrou ainda que depois de fechar o negócio, comprou uma casa no mesmo condomínio a um preço bonificado. Entre tantas acusações, Setina defendeu-se justificando que para a pagar o aludido imóvel recorreu a um financiamento bancário, mas não revelou o montante. “Até hoje ainda estou a pagar ao banco e a casa ainda não está em meu nome”, por isso “ainda não é minha”.

Esta versão de Setina contrasta com a de Danilo. Este disse, primeiro, que a ré Setina manifestou desejo de comprar a habitação em alusão mas não chegou de fazê-lo. “Não fizemos a escritura do imóvel. Ela não chegou a pagar” e o negócio “não se concretizou”.

Num outro desenvolvimento, o sócio do projecto condomínio Joss Village declarou, contradizendo o que dissera antes, que: “a dona Setina comprou, pessoalmente, um apartamento através de financiamento bancário. Esse apartamento existe. Posso facultar as certidões anteriores mas já estão desactualizadas. As novas certidões só ela [Setina] pode dar”.

Danilo afirmou, também, que o seu empreendimento arrendou um apartamento do FDA a um cidadão de nome Bruno Macamo. Para o efeito, houve articulação com aquela entidade o dinheiro das mensalidades não foi canalizado, estando supostamente retido nas contas do projecto Joss Village, até que o FDA enviar o contrato de arrendamento do imóvel em causa (...).

Aparentemente, a desculpa deste cidadão para que até hoje os fundos não tenham sido revertidos a favor daquela instituição do Estado é descabida. Aliás, ele acrescentou que o assunto ficou prejudicado quando as autoridades começaram a investigar os contornos de aquisição dos nove imóveis a que nos referimos.

Refira-se que Amassua Rassul, pai do réu Abdul Rassul, também foi ouvido como declarante.

Ele disse que não beneficiou de nenhum dinheiro de que o filho beneficiou ilicitamente no FDA. Aliás, ele não sabia que o filho tinha dinheiro. O único valor que ele teve do filho foi um empréstimo de 100 meticais. Mas na altura de devolver, o filho recusou receber, alegando que iria converter o montante em blocos, uma vez que estava prestes a iniciar a construção da sua casa.

Abdul Rassul é marido da sobrinha da arguida Setina Titosse. Porém, Amassua Rassul alegou que não conhece a sua comadre Setina.

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averdademz@gmail.com ({ga=emildo-sambo}) frontpage Fri, 22 Sep 2017 04:45:32 +0000
Ministério Público requer acareação dos réus acusados de desvio do dinheiro do FDA http://www.verdade.co.mz/destaques/democracia/63505-ministerio-publico-requer-acareacao-dos-reus-acusados-de-desvio-do-dinheiro-do-fda http://www.verdade.co.mz/destaques/democracia/63505-ministerio-publico-requer-acareacao-dos-reus-acusados-de-desvio-do-dinheiro-do-fda O julgamento dos 24 réus acusados de roubo de 170 milhões de meticais no Fundo de Desenvolvimento Agrário (FDA) está interrompido, devendo retomar a 10 de Outubro próximo, data em que inicia a acareação de alguns co-réus e declarantes, no âmbito da busca da verdade material, que permitirá ao tribunal tirar as suas ilações e decisões em torno daquele que é, até aqui, considerado o maior caso de desfalque de fundos do Estado em Moçambique.

As audições foram suspensas na quinta-feira (21), após os testemunhos dos declarantes Bruno Macamo, a quem foi arrendado um dos apartamentos do FDA; Danilo Jossubo, sócio do projecto condomínio Joss Village, e Edson Dimande, gestor que interveio no contrato de aquisição de uma casa no projecto Intaka, por parte da ré Natália Matuca, com fundos provenientes daquela entidade lesada.

A acusação entende que a habitação em alusão pertence a Setina Titosse, ex-PCA do Fundo, e a intervenção de Natália Matuca no negócio pode ter sido uma fachada.

Todavia, Edson Dimande declarou que quem celebrou o contrato de compra do imóvel foi Natália e todo o expediente existe no projecto Intaka refere-se a ela e não a Setina Titosse.

Natália, de 40 anos de idade, é amiga da ex-número um do FDA. Ela é indiciada de receber, das mãos de Milda Cossa – à data dos factos assistente de Setina Titosse – um cheque no valor de 3.020.420 meticais, para pagamento de um imóvel no projecto a que nos referimos.

Tratou-se de um empréstimo entre camaradas, por isso, o compromisso não foi reduzido a escrito, mas o reembolso deverá ser feito em 10 anos, pagando mensalmente 30 mil meticais.

Edson disse que não se lembrava do valor exacto do custo do imóvel que Natália pretendia comprar, mas esclareceu que ronda entre 3.600.000 meticais e 3.700.000 meticais.

Irmãos Manganhe e Celeste Ismael voltam à “berlinda”

A pedido do Ministério Público (MP), representando por João Nhane, os irmãos Dércio Manganhe, Gerson Manganhe e Binaia Manganhe e os réus Atália Machava e Lazão Mondlana serão submetidos à acareação com Celeste Ismael.

A necessidade de haver uma confrontação entre os três irmãos e os co-arguidos acima mencionados justifica-se com o facto de Celeste Ismael, técnica de monitoria e avaliação, afecta à instituição lesada, ter, segundo a acusação, emitido pareceres favoráveis aos visados para concessão de financiamento, ignorando o facto de os mesmos não reuniam requisitos para o efeito.

Aliás, a funcionária do FDA afirmou, em sede do tribunal, na terça-feira (19), que efectuou visitas aos espaços de cada um daqueles co-réus e constatou que havia condições para o desenvolvimentos de actividades agro-pecuárias, conforme constava dos supostos planos dos proponentes.

Insatisfeito com o que os depoimentos dos declarantes e arguidos em alusão, o MP requereu igualmente a acareação entre os réus José Mazibuco e Vicente Martim. Este é marido Atália Machava e foi bastante referido pelos outros réus durante as audições, como tendo se envolvido de corpo e alma na delapidação dos 170 milhões de meticais, recrutando gente para dar suporte ao esquema a pretexto de beneficiar de créditos para projectos de criação de gado e agrícolas.

Vicente Martim e Setina Titosse vão estar frente à frente

A defesa de Humberto Cossa pediu também a acareação entre Vicente Martim e Setina Titosse.

As acareações terão lugar entre 10 e 11 de Outubro, podendo prolongar-se para o dia 12 do mesmo mês se houver razões para tal. Vicente, 40 anos de idade, é motorista da Electricidade de Moçambique (EDM). A 18 de Setembro, ele confirmou que recebeu, do FDA, recebeu 4.606.000 meticais para um suposto financiamento, apesar de que não preenchia os requisitos para o efeito. Desse montante, ele transferiu 2.500.000 meticais para Milda Cossa, por ordens “da engenheira Setina Titosse”, para aquisição de 65 cabeças de gado.

Ele conheceu a ex-número um do FDA – com qual não tem relação alguma – por intermédio de Leopoldina Bambo, sua comadre e empregada de Setina. Recorde-se de que Vicente disse que todos os supostos mutuários eram instruídos a canalizar uma boa parte do dinheiro que recebiam para Milda Cossa ou Setina.

Alguns montantes em causa eram provenientes de mutuários tais como Adriano Mavie, Lazão Mondlana, José Mazebuca, e Atália Machava, entre outros. “Ela [Setina Titosse] confirmava que recebeu os valores”, acusou Vicente. O MP pediu, também, uma acareação entre os irmãos Dércio, Gerson e Binaia Manganhe [arrolados no processo 92/2016 como declarantes] e Setina Titosse, antiga Presidente do Conselho de Administração do FDA.

Ela foi igualmente citada em como tendo orquestrado toda a tramoia que culminou com o rombo financeiro em questão. Quer os irmãos Manganhe, quer os demais réus não pouparam palavras para acusarem Setina Titosse de ter manido vários encontros, na sua casa, com aqueles cidadãos e recolhidos documentos pessoais dos mesmos, alegadamente para ajudá-los a obter financiamento, o que não aconteceu.

Aliás, eles contara que já possuíam contas bancárias num determinado banco, mas Milda Cossa e Setina Titosse alegaram que era imperioso que as mesmas fossem exclusivamente do BCI. Após procederem à abertura das referidas contas na instituição indicada, os jovens receberam orientações para entregar os comprativos à Setina Titosse.

Uma outra acareação, talvez necessária, mas que não foi requerida, seria entre o casal Milda Cossa e Humberto Cossa e Setina Titosse.

Milda foi assistente pessoal Setina e esta é prima de Humberto. Este solicitou 12.800.000 milhões de meticais para um programa que não passou da ideia e o valor não foi devolvido aos cofres do FDA.

A sua mulher é acusada de ter movimentado, através das contas bancárias e dos seus irmãos, mais de 56 milhões de meticais. Porém, ela alegou que fê-lo a mando da sua ex-patroa, que não só ficava com os montantes, como também dava instruções sobre as pessoas para as quais as transações deviam ser direccionadas.

MP solicita comparências de auditores às contas do FDA

O MP solicitou a comparência ao tribunal dos chefes das equipas que efectuaram auditorias às contas do FDA e extracção de cópias dos depoimentos da ré Setina à Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre o facto de não ter feito a declaração do seu património, ao longo do seu mandato naquela instituição do Estado.

Será ainda necessário o FDA facultar ao tribunal cópias de folhas de salário da arguida Natália Matuca, referente a seis meses antes e outros seis depois de celebrar contrato com o Projecto Intaka, à qual pretendia comprar uma habitação, exigiu o MP.

Refira-se que Natália Matuca é acusada de ter beneficiado, ilicitamente, de mais de quatro milhões de meticais do FDA aplicados na aquisição da referida residência, que se supõe ser de Setina.

Contudo, Jaime Sunda, defensor de Setina, disse que é desnecessário ouvir os chefes das equipas que efectuaram auditorias às contas do FDA, porque no seu entender basta que o Ministério da Economia e Finanças envie ao tribunal cópias dos relatórios de auditoria feita ao Fundo entre 2013 e 2016.

O advogado requereu que se solicitasse ao Tribunal Administrativo o enviio dos relatórios de contas sobre o Fundo, referentes ao período acima indicado.

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averdademz@gmail.com ({ga=emildo-sambo}) frontpage Fri, 22 Sep 2017 04:36:10 +0000
Polícia apreende armas de fogo e faz detenções em Maputo e Inhambane http://www.verdade.co.mz/newsflash/63504-policia-apreende-armas-de-fogo-e-faz-detencoes-em-maputo-e-inhambane- http://www.verdade.co.mz/newsflash/63504-policia-apreende-armas-de-fogo-e-faz-detencoes-em-maputo-e-inhambane- Pelo menos 15 pessoas recolheram aos calabouços, na semana passada, nas províncias de Maputo e Inhambane, acusados de prática de diversos crimes, tais como porte ilegal de armas de fogo, assaltos à mão armada e uso de instrumentos contundentes.

Segundo Inácio Dina, porta voz do Comando-Geral da Polícia da República de Moçambique (PRM), foram recuperadas sete armas de fogo, sendo uma do tipo AK-47, três pistolas e duas cadeiras. A 12 de Setembro corrente, na cidade de Maputo, a corporação apreendeu uma pistola que estava na posse de cinco indivíduos, os quais se encontram a ver o sol ao quadradinhos.

Outros cinco cidadãos caíram nas mãos da Polícia, incriminados de porte ilegal de duas pistolas e cometimento de assaltos. Para além dos instrumentos bélicos em questão, os visados tinham em sua posse catanas e máscaras, disse Inácio Dina.

A PRM acredita que o grupo semeava terror com os instrumentos achados em sua posse. No distrito de Momba, na província de Maputo, outras três pessoas caíram nas mãos dos agentes da Lei de Ordem, também por porte ilícito de duas caçadeiras.

O porta-voz da Polícia disse que as armas seriam usadas para a prática da caça furtiva. Uma outra arma do tipo AK-47 foi recuperada em Marracuene, após ter sido abandonada numa machamba em circunstâncias ainda não esclarecidas. O facto ocorreu a 15 do mês em curso.

Em Inhambane, a Polícia privou a liberdade de dois indivíduos, incriminados de assaltos à mão armada, pois em sua posse foi achada uma pistola. Ao todo, a PRM deteve, na semana finda, 917 pessoas, das quais 718 acusados de violação de fronteiras e 199 por cometimento de diversos crimes.

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averdademz@gmail.com ({ga=redaccao}) frontpage Fri, 22 Sep 2017 04:35:12 +0000
Pergunta a Tina: tenho problema de formigueiro que até me actua nos órgãos genitais http://www.verdade.co.mz/pergunte-a-tina/63500-pergunta-a-tina-tenho-problema-de-formigueiro-que-ate-me-actua-nos-orgaos-genitais http://www.verdade.co.mz/pergunte-a-tina/63500-pergunta-a-tina-tenho-problema-de-formigueiro-que-ate-me-actua-nos-orgaos-genitais Bom dia Tina. Tenho 27 anos e sou casado e vivemos felizes. Tenho problema de formigueiro que até me actua nos órgãos genitais e na adolescência era só escola, quando sentia prazer sexual, masturbava-me. As questões são as seguintes: O formigueiro pode afetar negativamente na actividade sexual? Pode estar associado a uma ITS? Será que este formigueiro que actua nos órgãos foi causado pela masturbação exagerada? Já fiz testes diversos incluindo de HIV e de sífilis, todos deram negativos. Ajude-me. Frederico

Bom dia, amigo Frederico. Não, a masturbação não é a causa do formigueiro. Esquece isso, e concentra-te no problema concreto. Só que não entendo bem: é formigueiro, ou comichão? E não é acompanhado de outros sintomas? saída de líquido anormal no pénis? dores ao urinar?

Seria importante saber a resposta a estas perguntas pelo menos, para perceber melhor o problema. Mas parece tratar-se de uma Infecção de Transmissão sexual (ITS). Significa isso que, o melhor será dirigires-te a uma unidade sanitária ou a uma clínica, para diagnóstico e tratamento adequado. Boa sorte!

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averdademz@gmail.com ({ga=tina}) frontpage Fri, 22 Sep 2017 04:12:32 +0000
Trabalho, Emprego e Segurança Social: 29 funcionários aptos a lidar com pessoas surdas http://www.verdade.co.mz/economia/63498-trabalho-emprego-e-seguranca-social-29-funcionarios-aptos-a-lidar-com-pessoas-surdas http://www.verdade.co.mz/economia/63498-trabalho-emprego-e-seguranca-social-29-funcionarios-aptos-a-lidar-com-pessoas-surdas Um total de 29 funcionários, de diferentes unidades orgânicas do Ministério do Trabalho, Emprego e Segurança Social – MITESS, terminou quinta-feira, 21 de Setembro, em Maputo, o 1º curso de Linguagem de Sinais, levado a cabo pelo Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo (IFPELAC) e pela a Associação dos Surdos de Moçambique (ASUMO).

Trata-se de 23 funcionários do IFPELAC, três do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS), dois do Instituto Nacional de Emprego (INEP) e um da Comissão de Mediação e Arbitragem Laboral (COMAL) que, terminada a formação, receberam os respectivos certificados de participação.

O curso, que decorreu entre 22 de Maio e 18 de Agosto deste ano, teve por objectivo dotar os funcionários do MITESS de ferramentas para que possam alargar a prestação de serviços às pessoas surdas, que antes desta iniciativa não tinham enquadramento.

No discurso que marcou a cerimónia de encerramento, a ministra do Trabalho, Emprego e Segurança Social, Vitória Diogo, referiu que este “1º curso de Linguagem de Sinais, ministrado pelo IFPELAC, é fruto da implementação do Memorando de Entendimento rubricado entre este instituto de formação e a Associação de Surdos de Moçambique (ASUMO), em Setembro de 2016”.

Avançou, em seguida, que “esta acção vem dar resposta às expectativas dos nossos cidadãos, em particular os jovens deficientes, de terem a oportunidade de se prepararem profissionalmente para o mercado de trabalho, com a necessária qualidade e relevância, através da formação profissional”.

“É também a nossa resposta, como Governo, à criação de condições para a integração laboral de surdos e mudos, através da formação profissional”, acrescentou Vitória Diogo.

Na ocasião, a governante referiu que estes 29 funcionários do MITESS, ora formados em Linguagem de Sinais, juntar-se-ão aos 291.022 outros cidadãos formados no IFPELAC desde 2015 até Junho de 2017, dos quais 247.369 são jovens e 101.858 mulheres. Intervindo também no evento, o presidente da ASUMO, Agostinho Foliche, por sua vez destacou a importância do 1º curso de Linguagem de Sinais, avançando que é a primeira vez que esta iniciativa governamental tem lugar no nosso País.

“A nível das instituições do Estado nunca tivemos uma oportunidade igual, pelo que esta iniciativa do MITESS deixa-nos bastante orgulhosos. Estamos eternamente agradecidos”, assumiu Agostinho Foliche.

Por fim, o presidente da ASUMO recomendou aos formandos para que pratiquem a língua de sinais aprendida no curso, sobretudo buscando dialogar com as pessoas surdas, por forma a aprimorar os seus conhecimentos. Falando em representação dos formandos, Raúl Afo, funcionário afecto ao IFPELAC, considerou que o curso serviu para contrariar a ideia que muitos participantes tinham, de que comunicar em língua de sinais é algo bastante complicado.

“Com o decorrer da formação, pudemos compreender que a linguagem de sinais é apenas mais uma língua”, garantiu, acrescentando que os 29 formandos estão agora habilitados “a sinalizar, a comunicar com as mãos e a interpretar o silêncio”. Num outro desenvolvimento, os formandos asseguraram que o curso foi importante pois proporcionou um ensino inclusivo aos funcionários do MITESS.

“Estamos prontos para ajudar a pessoa surda nas nossas instituições. Aceitamos a responsabilidade de usar a língua de sinais nas nossas actividades diárias”, manifestou Raúl Afo, tendo na ocasião pedido à ministra do Trabalho, Emprego e Segurança Social a criação de mais níveis de formação em linguagem de sinais para os funcionários.

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averdademz@gmail.com ({ga=publicidad}) frontpage Fri, 22 Sep 2017 04:02:51 +0000
Os jovens no encalço dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável: Sucesso não depende apenas do Governo http://www.verdade.co.mz/economia/63497-os-jovens-no-encalco-dos-objectivos-de-desenvolvimento-sustentavel-sucesso-nao-depende-apenas-do-governo http://www.verdade.co.mz/economia/63497-os-jovens-no-encalco-dos-objectivos-de-desenvolvimento-sustentavel-sucesso-nao-depende-apenas-do-governo Foto de Fim de SemanaOs jovens devem contribuir com o seu saber, inovação e criatividade para a implementação dos 17 Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), determinados pela Organização das Nações Unidas (ONU) para transformar o mundo até 2030.

Esta foi a principal conclusão saída do Fórum Sustentável de Moçambique, uma iniciativa levada a cabo pela Comunidade Global Shapers de Maputo e que conta com o apoio da ONU (Organização das Nações Unidas). O evento juntou quarta-feira, dia 20, em Maputo, jovens, académicos e representantes da sociedade civil para discutirem à volta da implementação dos ODS no nosso País.

Na hora de fazer o balanço da realização do Fórum, Fei Manheche, representante da Global Shapers de Maputo, referiu que o evento foi bastante positivo, na medida em que os intervenientes discutiram activamente sobre os desafios dos ODS, inseridos na “Agenda 2030”.

“Debatemos sobre os diversos aspectos relacionados com os ODS, essencialmente sobre como é que os jovens e a sociedade civil podem contribuir para o alcance dos mesmos”, explicou Fei Manheche, acrescentando que, ainda no evento, os presentes discutiram sobre os deveres dos cidadãos para o cumprimento da “Agenda 2030”.

Mas a principal mensagem deixada no evento, de acordo com o representante da Comunidade Global Shapers de Maputo, foi a de que os jovens devem ser os principais actores para a implementação dos ODS.

“Os jovens são uma peça fundamental para o cumprimento dos 17 objectivos. Isto porque eles têm a capacidade de inovar e de pensar em aspectos que possam ajudar a sociedade a desenvolver”, vincou Fei Manheche, assegurando que, no Fórum Sustentável de Moçambique, ficou também claro que o sucesso da “Agenda 2030” não depende apenas do governo.

“Os jovens e a sociedade civil têm uma grande responsabilidade para o alcance, em 2030, dos ODS, sobretudo dos três principais que elegemos para o debate, nas áreas de saúde, educação e emprego”, manifestou.

O oficial de mobilização social das Nações Unidas em Moçambique, Ney Cardoso, contextualizou, por sua vez, a adopção dos ODS, a 1 de Janeiro de 2016, referindo que “o processo de criação de um conceito de desenvolvimento sustentável vem acontecendo desde 1983, com a criação da 1ª comissão sobre o meio ambiente e desenvolvimento a nível da Nações Unidas”.

Adiante, Ney Cardoso manifestou que a ONU espera, com estes objectivos, alcançar, até 2030, um mundo melhor para todos. “Desejamos ter as nossas vidas transformadas e que os nossos direitos sejam respeitados”, referiu.

No entanto e em referência ao Fórum Sustentável de Moçambique, o oficial de mobilização social das Nações Unidas no nosso País salientou que o alcance dos ODS passa pelo fortalecimento dos governos nacionais e da sociedade civil.

“A ONU dá suporte técnico para que os ODS sejam realmente implementados. Seja através da capacitação de organizações, da criação de espaços de diálogo e do fortalecimento da sociedade civil, para que estas tenham uma voz mais robusta, bem como o apoio a outros projectos específicos relacionados com estes 17 objectivos”, assegurou.

Por sua vez, Eliana N’Zualo, gestora do evento e membro da Comunidade Global Shapers encerrou, concluindo numa nota optimista. Segundo ela “A ambição é grande, pois temos muitos desafios, mas também temos a vantagem de sermos muitos os jovens em Moçambique.

Cabe a cada um dos presentes criar um efeito multiplicador para que todos os jovens se envolvam.” Importa referir que a Comunidade Global Shapers é uma iniciativa do Fórum Económico Mundial, composta por uma rede internacional de 459 comunidades em várias cidades ao redor do mundo, incluindo em Moçambique. Tem o papel de, ao criar e desenvolver projectos de impacto na sociedade, trabalhar em prol dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável.

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averdademz@gmail.com ({ga=publicidad}) frontpage Fri, 22 Sep 2017 03:59:22 +0000
Ausência de valores éticos pode levar à falência das empresas http://www.verdade.co.mz/economia/63496-ausencia-de-valores-eticos-pode-levar-a-falencia-das-empresas http://www.verdade.co.mz/economia/63496-ausencia-de-valores-eticos-pode-levar-a-falencia-das-empresas Foto de Fim de SemanaO Instituto de Directores de Moçambique (IODmz) realizou na quarta-feira, 20 de Setembro, um seminário sobre a importância da liderança ética nas organizações, que teve como orador o administrador delegado do Instituto de Ética da África do Sul, Deon Rossouw.

O seminário, que teve a duração de um dia e que contou com a participação de membros de conselhos de administração, executivos e líderes seniores de diversas organizações, esteve centrado na identificação dos valores éticos que devem nortear as organizações na sua interacção com os demais intervenientes.

Conforme explicou o director executivo do IODmz, David Seie, o seminário tinha como objectivo consciencializar os líderes para a necessidade de agirem com ética e integridade no seu dia-a-dia.

“Qualquer líder tem de liderar com base em princípios éticos. Temos visto no País que muitos não têm dado importância aos valores da ética, e isso tem um impacto negativo, tanto para o empresariado como para a sociedade. Há muitas empresas a falir, a despedir trabalhadores, etc. Falta uma liderança orientada por valores éticos”, disse David Seie.

Por seu turno, o orador, Deon Rossouw, referiu-se à importância da observação da ética por parte dos gestores das empresas. “A ética é vital para o bom desempenho de qualquer organização. Se a organização negligenciar este aspecto não atingirá os resultados desejados”.

“A sua não observância tem efeitos nefastos no desempenho da empresa, na vida dos trabalhadores, dos clientes e da sociedade”, acrescentou o administrador delegado do Instituto de Ética da África do Sul, que também chamou à atenção para a necessidade de os gestores de organizações não liderarem ou relacionarem-se com os seus subordinados com recurso à intimidação, mas sim baseados em valores éticos, tais como o respeito e a integridade.

“A liderança ética é uma condição prévia para a sustentabilidade de uma organização. Os gestores que lideram as suas organizações de uma forma ética aumentam o sucesso e a sustentabilidade das suas organizações. Igualmente, garantem que os seus funcionários, clientes e fornecedores se mantenham leais e comprometidos com a sua organização”, concluiu Deon Rossouw.

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averdademz@gmail.com ({ga=publicidad}) frontpage Fri, 22 Sep 2017 03:52:49 +0000
Assembleia Municipal de Maputo aprova subida da tarifa de transporte, mas ainda sem data para entrar em vigor http://www.verdade.co.mz/nacional/63489-assembleia-municipal-de-maputo-aprova-subida-da-tarifa-de-transporte-mas-ainda-sem-data-para-entrar-em-vigor http://www.verdade.co.mz/nacional/63489-assembleia-municipal-de-maputo-aprova-subida-da-tarifa-de-transporte-mas-ainda-sem-data-para-entrar-em-vigor Foto de Adérito CaldeiraA Assembleia Municipal de Maputo acaba de aprovar a nova tarifa de transporte público urbano, que passará dos sete (7) para 10 meticais e de nove (9) para 12 meticais, anunciou a edilidade, em comunicado enviado @Verdade.

Contudo, a nova tarifa ainda não entrou em vigor e a data para o efeito será anunciada pelo Conselho Municipal da Cidade de Maputo.

A edilidade “apela à colaboração de todos os munícipes” no sentido de “não permitir que haja oportunismo por parte de qualquer operador”, devendo-se denunciar junto às autoridades quaisquer situações irregulares relacionadas com a subida da tarifa de transporte.

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averdademz@gmail.com ({ga=redaccao}) frontpage Thu, 21 Sep 2017 03:49:06 +0000
Prima da ex-empregada de Setina Titosse admite que recebeu dinheiro do FDA ilicitamente http://www.verdade.co.mz/destaques/democracia/63488-prima-da-ex-empregada-de-setina-titosse-admite-que-recebeu-dinheiro-do-fda-ilicitamente- http://www.verdade.co.mz/destaques/democracia/63488-prima-da-ex-empregada-de-setina-titosse-admite-que-recebeu-dinheiro-do-fda-ilicitamente- A prima da ex-empregada doméstica de Setina Titosse admitiu, na terça-feira (19), em sede do tribunal, o seu envolvimento no megaroubo de 170 milhões de meticais no Fundo de Desenvolvimento Agrário (FDA) e revelou que, para além de nunca ter submetido projecto algum a pedir financiamento, bastou apenas reunir uma cópia do bilhete de identidade, NUIT, recibo do Imposto Pessoal Autárquico (IPA) e declaração do bairro para ser desembolsado, a seu favor, 4.787.426 meticais.

Setina Titosse era Presidente do Conselho de Administração (PCA) do FDA e é acusada – no processo-crime número 92/2016 – de cometimento de pelo menos 80 crimes, tais como abuso de cargo ou confiança, branqueamento de capitais, associação para delinquir e pagamento de remunerações indevidas.

A sua co-réu Laureta Filmone, de 53 anos de idade, é negociante e pesa sobre si o recebimento ilícito do montante acima mencionado.

Segundo as suas declarações, foi contactada, telefonicamente, pela prima, Leopoldina Bambo, ex-empregada doméstica da ré Setina Titosse, informando-a que naquela instituição do Estado concedia-se crédito a cidadãos interessados na criação de animais e prática da agricultura.

Contudo, a arguida nunca submeteu projecto algum para efeitos de financiamento e a sua deslocação ao FDA foi por orientação da prima. Esta já tinha coordenado todo o processo com Brasilino Salvador, chefe do Departamento Agro-pecuário.

Chegado àquelas instalações – que tinham como timoneira a arguida Setina Titosse – à Laureta Filmone foi solicitada uma cópia do bilhete de identidade, NUIT, senha do Imposto Pessoal Autárquico (IPA), declaração do bairro e aconselhada a aguardar pelos procedimentos posteriores.

Para além de tais documentos serem insuficientes para suportar um programa que devia ser financiando com fundos do Estado, Laureta Filmone nunca antes tinha lidado com gado ou desenvolvido alguma actividade agrícola.

Volvido algum tempo, a ré foi contactada, por intermédio de telefone, por um fulano, para se dirigir às Finanças, onde assinou o contrato de desembolso do crédito. Ela frisou que não lhe foi dada oportunidade para dizer o montante que precisava e nem houve verificação se tinha ou não condições para executar o suposto projecto.

Deste modo, os 4.787.426 meticais não foram aplicados na criação de gado e nem na produção agrícola, mas sim, transferido para diferentes contas bancárias fornecidas pela sua prima Leopoldina Bambo. Os destinatários eram alegadamente fornecedores de animais e outros insumos inerentes ao pretenso programa.

“Transferi 1.500.000 meticais para Gerson Manganhe”, disse Laureta e clarificou que igual montante foi movimentado através de três cheques avulsos no valor de 500 mil meticais cada. Antes desta operação, a indiciada transferiu 1.300.000 meticais para um indivíduo identificado pelo nome de Patrício.

Num outro desenvolvimento, ela disse ainda que aplicou o remanescente 239 mil meticais no seu negócio de frango e venda carvão vegetal, após coordenar com Leopoldina e comprometeu-se a repor o valor para mais tarde.

A sua prima quando fosse questionada sobre a demora na implementação do programa agro-pecuário alegava que era preciso esperar até ao fim da estiagem.

Refira-se que aquando da sua audiência, na segunda-feira (18), Leopoldina declarou: “estou sem chão e tenho que assumir: todo o trabalho feito pela Laureta passou pelas minhas mãos” e os fundos movimentados foram entregues à Milda Cossa, para compra de gado.

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averdademz@gmail.com ({ga=emildo-sambo}) frontpage Thu, 21 Sep 2017 03:42:42 +0000