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Margarida Talapa apela a vitória do “camarada Presidente Filipe Jacinto Nyusi que é um imperativo nacional”
Escrito por Adérito Caldeira  em 01 Março 2019
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Foto da Assembleia da RepúblicaMargarida Talapa anunciou, discursando na abertura da IX Sessão Ordinária da Assembleia da República, que o Comité Central do partido Frelimo vai decorrer entre 22 a 24 de Março próximo para preparar a vitória do “camarada Presidente Filipe Jacinto Nyusi que é um imperativo nacional”. Sobre as dívidas ilegais a líder parlamentar declarou que “a Frelimo continuará firme nos seus princípios de total intolerância à corrupção, ao branqueamento de capitais e a qualquer outra forma de ilegalidade”.

Numa intervenção que reforçou a ideia que a unanimidade em torno do actual Presidente para um 2º mandato deixou de existir, durante 25 minutos aludiu ao camarada 12 vezes, a Chefe da Bancada Parlamentar do partido Frelimo tornou pública a data da Sessão Ordinária do Comité Central, “que terá lugar de 22 a 24 de Março próximo” e destacou dos vários pontos da agenda “refletir sobre a estratégia do Partido para garantir a sua vitória e do seu candidato, o camarada Presidente Filipe Jacinto Nyusi que é um imperativo nacional”.

Talapa não se referiu mas parte dessa estratégia passará por manter o controle que a Frelimo tem sobre os órgãos eleitorais e durante esta sessão os votos da bancada irão assegurar uma renovação conveniente dos Membros da Comissão Nacional de Eleições.

Relativamente às dívidas contraídas pelas empresas Proindicus, EMATUM e MAM durante o mandato de Armando Guebuza ignorando o Parlamento e violando a Constituição da República Margarida Talapa disse que: “A Frelimo tem no combate a corrupção um dos seus princípios e valores inabaláveis”.

“A Frelimo sempre defendeu que os servidores públicos devem se guiar pelos princípios de integridade, moral e ética, pautando pela gestão correcta da coisa pública em benefício do povo e, por isso, do interesse nacional”, declarou a líder Parlamentar, parecendo ter dúvidas que Manuel Chang, Maria Isaltina Lucas ou António Carlos do Rosário violaram a lei fundamental de Moçambique.

Num discurso recheado de factos não verdadeiros sobre a situação da mulher e da economia Margarida Talapa acrescentou mais um facto falacioso declarando que a incorporação dessas dívidas ilegais na Conta Geral do Estado “não significa a legalização das dívidas”.

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