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Que adjetivo usará o Presidente Nyusi para definir o Estado da Nação em 2018
Escrito por Adérito Caldeira  em 19 Dezembro 2018
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Foto da Presidência da RepúblicaO Estado da Nação moçambicana, segundo Filipe Nyusi, começou por ser não satisfatório “mas também não é mau”, depois foi “firme” e no ano passado era resiliente. A expectativa nesta quarta-feira(19) é apenas saber que adjetivo o Presidente vai usar para definir o penúltimo ano do seu 1º Mandato.

Nyusi embora tenha afirmado na primeira vez que foi à Assembleia da República que “não resolveremos os nossos problemas culpando os outros” tem vindo a sacudir as suas responsabilidades, e do seu Executivo, desde que assumiu o cargo.

Para o Chefe de Estado o tardar da paz efectiva em Moçambique é culpa do partido Renamo, apesar de todas as provocações militares e políticas que tiverem o seu clímax em mais um pleito eleitoral viciado por evidentes e gritantes fraudes. A crise económica e financeira que foi despoletada pela descoberta das dívidas das empresas Proindicus e MAM para o Presidente deve-se a queda dos preços das matérias-primas e outras conspirações ocidentais, nada que tenha a ver com o partido Frelimo nem aos seus membros que violando a Constituição e Leis orçamentais contraíram secretamente esses empréstimos quando Filipe Nyusi era ministro da Defesa.

A fome e a pobreza que continuam a afectar a cada vez mais moçambicanos na óptica do Chefe de Estado não nenhuma relação tem com as políticas, ou falta delas, do seu Governo deve-se a muita, ou pouca, chuva, é culpa também da preguiça do povo que não consegue aumentar a produtividade das suas machambas.

O rol de desculpas pelo Estado evidentemente mau da Nação não param por aqui por isso será interessante saber que adjetivo(s) Filipe Nyusi irá usar no seu 4º discurso aos moçambicanos.

Enquanto deixa as crianças a estudar ao relento e os hospitais sem medicamentos Nyusi foi apelidando os moçambicanos de “firmes” e “resilientes” e procura fazer desaparecer as evidências das dívidas ilegais.

Tem ainda estado a aumentar imenso o endividamento Público Interno, já que lá fora poucos querem emprestar a um país de caloteiros e corruptos, e a gastar esse dinheiro com carros de alta cilindrada, no seu jatinho de luxo e em viagens de helicópteros para assegurar o seu segundo Mandato em 2019.

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