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Edilidade de Maputo ensaia projecto de monitoria de gestão de lixo via web e SMS
Escrito por Redação  em 24 Agosto 2015
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O Conselho Municipal de Maputo (CMM), está a implementar nos distritos municipais de KaMaxakene (Polana Canico B, Maxaquene A) e Kamubukwane (Inhagoia B e Magoanine C) o Projecto Piloto de Monitoria Participativa de Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos (MOPA) com o intuito de melhorar a disponibilidade de informação sobre a qualidade dos serviços de recolha de lixo prestados pelas empresas, tornar os munícipes fontes de informação, e melhorar a prestação de contas e o sistema de recolha.

Para o efeito, é necessário discar o número *553# ou aceder ao sítio mopa.co.mz. A informação enviada pelos munícipes é administrada e monitorada pela Direcção Municipal de Salubridade e Cemitérios (DMSC) com a ajuda dos distritos municipais. Estes assumem a função de fiscalizadores.

O plano foi apresentado na semana finda à Assembleia Municipal de Maputo. Através dessa plataforma web (Internet), os munícipes podem relatar, a partir de um computador, smartphone, telefones simples (via SMS), as ocorrências sobre os contentores de lixo não removidos há dias, a criação de lixeiras informais, sobretudo em lugares inadequados, o lixo a queimar indevidamente, entre outras situações.

Nessa informação, o utente pode acrescentar fotografias, comentários e outros esclarecimentos que julgar pertinentes para uma rápida intervenção do CMM. Segundo o mentor da ideia, que conta com a intervenção do Banco Mundial, Livaningo, e empresas de recolha de lixo, o projecto surge da “dificuldade de obter informação em tempo útil sobre a qualidade e cobertura dos serviços ao nível dos bairros” da capital moçambicana, que conta com cerca de 1.194, 121 habitantes, que produzem por dia 900 toneladas de resíduos sólidos, os quais são recolhidos por duas firmas e 44 microempresas (uma por cada bairro).

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